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Um Olho Por Outro

Absolute Zero

An I To An Eye

Early morning
Watching pachyderms
Gracing a piece of the earth
Endless berth
Feathers all around
Moving so that they've time to take conscienced chances

What kind of prayer does one make to preserve the inner laughter?

Eyes rooted always in
Weathered folds of hide
braced against the wind
Dirty clouds of dust
masking all the signs
Does the thought of loss, something left behind
make the present painfully clear

living here?

I saw you slit your eyes with your stained glass scissors
They oozed incensed
Smoke dissolving the varnish on your shellacked robe
I saw conception in your bowels
An infusion into your arterial beliefs

It emanated from its filthy hands
And lifted its shriveled shoulders
I saw it molt
And drop its template on the courtyard
Walked out into the skinned night
A sight for sore eyes

Shallow evening
Symbiotic birds
eating the bugs off of hides
Endless blurs
Watch their flight
Cutting clouds like the scythes that have finished harvest

What kind of dark does it take to release an act of thunder?

Eyes rooted always in
Weathered folds of hide
braced against the wind
Dirty clouds of dust
masking all the fight
Like an afterflash rumbling in the night
I will think of being here

Living dear

Um Olho Por Outro

De manhã cedo
Observando os paquidermes
Embelezando um pedaço da terra
Acomodações sem fim
Penas por toda parte
Movendo-se para que tenham tempo de arriscar com consciência

Que tipo de oração se faz para preservar a risada interna?

Olhos sempre enraizados em
Pregas desgastadas da pele
Apoiado contra o vento
Nuvens sujas de poeira
Mascarando todos os sinais
O pensamento da perda, algo deixado para trás
Deixa o presente dolorosamente claro

vivendo aqui?

Eu vi você estreitar os olhos com suas tesouras de vitral
Elas exalavam incenso
A fumaça dissolvendo o verniz do seu manto envernizado
Eu vi a concepção em suas entranhas
Uma infusão nas suas crenças arteriais

Emanava de suas mãos imundas
E levantava seus ombros murchos
Eu vi isso trocar de pele
E deixar seu molde no pátio
Saiu para a noite despida
Uma visão para olhos cansados

Noite rasa
Pássaros simbióticos
Comendo os insetos das peles
Borrões sem fim
Observando seu voo
Cortando nuvens como as foices que terminaram a colheita

Que tipo de escuridão é necessária para liberar um ato de trovão?

Olhos sempre enraizados em
Pregas desgastadas da pele
Apoiado contra o vento
Nuvens sujas de poeira
Mascarando toda a luta
Como um relâmpago ecoando na noite
Eu pensarei em estar aqui

Vivendo querido

Composição: