Tragedy And Weeds
These faces so tired and pale
Were shaped with birches,
Indocile but doomed to resist,
To overcome the pain of loss.
These eyes lose their colours,
Showing nothing except shame,
They have never looked at the sun
That is too blind to understand...
These lips whisper the only
Names forsaken in the depths of time,
They confront splendid illusions,
But they are not able to utter a prophecy.
Surrounded by darkness...
Absorbed by madness...
Just moments...
Just fragments...
When a list thread is torn,
When a last page is turned,
When a last exhale calmes,
A heart stops beating paralyzed.
Depressed with nonsense of remorse,
We ever must pay twice.
Trampling flowers growing
With the sickly-sweet smell of grief.
Epitaphs as secrets betrayed
On monuments of compassion.
Absurdly try to describe pain
Where echoes of the past walk...
Tragédia e Ervas Daninhas
Esses rostos tão cansados e pálidos
Foram moldados com bétulas,
Indóceis, mas condenados a resistir,
Para superar a dor da perda.
Esses olhos perdem suas cores,
Mostrando nada além de vergonha,
Nunca olharam para o sol
Que é cego demais para entender...
Esses lábios sussurram os únicos
Nomes esquecidos nas profundezas do tempo,
Enfrentam ilusões esplêndidas,
Mas não conseguem pronunciar uma profecia.
Rodeados pela escuridão...
Absorvidos pela loucura...
Apenas momentos...
Apenas fragmentos...
Quando um fio da lista se rompe,
Quando a última página é virada,
Quando a última expiração acalma,
Um coração para de bater paralisado.
Deprimidos com a bobagem do remorso,
Sempre temos que pagar em dobro.
Pisoteando flores que crescem
Com o cheiro doce e doentio da dor.
Epitáfios como segredos traídos
Em monumentos de compaixão.
Absurdamente tentamos descrever a dor
Onde ecos do passado caminham...