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Berço da Aflição

Abysmal Dawn

Cradle of Affliction

Burdened with sins of the flesh
The faithless still remain
Your penance is all that is left
Visage with no name
Baptized in scorn and regret
Deeper than a grave
Adorned in the presence of death
Redemption through pain

Through ashes you walk with the dead
The blood sears your veins
Sins that you wish to forget
Now drive you insane
Your guilt is a fragment that's left upon death
Thorns are all that remain
A flagellant pilgrim is finally beset
A martyr that can't be saved

A world of holy terrors
You return by the hand of wills
The twisted one invokes their power
A sacred sword extracted to kill

A crimson stain ordains the guilt upon the altar
Penance obtained under the weight of their sin
Three humiliations we are to suffer
Sorrowful be the heart till the end

Cursed in name
Blessed in death
Tears obtained
Wounds of attrition
Curse your name
Bless your death
Searching for
Cradle of affliction

The brotherhood of the silent sorrow
Guides you and your righteous blade
Descending into the depths of jondo
The grievous miracle shows you the way

Mountains of dusk, bridges of frost
Echoes of salt, deadly rooftops
Treacherous is the mother of mothers
Grievance ascends, death is no end
Olive tree houses the dead
Sleeping canvases negating all words

The last son of the miracle
Shatters the mirror in which he sleeps
Now awake this crimson figure comes
To meet you on this side of the dream

Ascend an ashen throne
Commune with the twisted one
End the cycle the high wills began
Your penance is done

Cursed in name
Blessed in death
Tears obtained
Wounds of attrition
Curse your name
Bless your death
Searching for
Cradle of affliction

Berço da Aflição

Sobrecarregado com os pecados da carne
Os sem fé ainda permanecem
Sua penitência é tudo que resta
Rosto sem nome
Batizado em desprezo e arrependimento
Mais profundo que uma cova
Adornado na presença da morte
Redenção através da dor

Através das cinzas você caminha com os mortos
O sangue queima suas veias
Pecados que você deseja esquecer
Agora te deixam louco
Sua culpa é um fragmento que fica após a morte
Espinhos são tudo que restou
Um peregrino flagelante finalmente cercado
Um mártir que não pode ser salvo

Um mundo de terrores sagrados
Você retorna pela mão das vontades
O torcido invoca seu poder
Uma espada sagrada extraída para matar

Uma mancha carmesim consagra a culpa sobre o altar
Penitência obtida sob o peso do pecado
Três humilhações devemos sofrer
Triste seja o coração até o fim

Amaldiçoado em nome
Abençoado na morte
Lágrimas obtidas
Feridas de desgaste
Amaldiçoe seu nome
Abençoe sua morte
Procurando por
Berço da aflição

A irmandade da dor silenciosa
Te guia e sua lâmina justa
Descendo nas profundezas do jondo
O milagre doloroso te mostra o caminho

Montanhas do crepúsculo, pontes de geada
Ecos de sal, telhados mortais
Traiçoeira é a mãe das mães
A mágoa ascende, a morte não é o fim
A oliveira abriga os mortos
Telas adormecidas negando todas as palavras

O último filho do milagre
Estilhaça o espelho em que dorme
Agora acordado, essa figura carmesim vem
Te encontrar deste lado do sonho

Ascenda um trono de cinzas
Comunique-se com o torcido
Acabe com o ciclo que as altas vontades começaram
Sua penitência está feita

Amaldiçoado em nome
Abençoado na morte
Lágrimas obtidas
Feridas de desgaste
Amaldiçoe seu nome
Abençoe sua morte
Procurando por
Berço da aflição

Composição: Charles Elliott