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Praga da Escuridão

Ad Hominem

Dunkelheit's Pest

[Ornaments Of Sin Cover]

Dunkelheit, the darkest night
Dark cold earth foze to ice
In frost and gloomy grim
Die Dunkelheit, Grayish and glommy brume
Where wolfs are howling deep
Despair of funeral night, at grave of zion slaves.

As night reveals me the truth
Unholy wind blows chilly
Through the hairs of black
A grim perverted sorrow
Sculpt me deep and dark
Visage of frost and pain
When night and fog, scarify my bleeding soul.

On my darkthrone of unholy night, reign supreme my darkest legions from my scared keep of hell, screams of suffer of christians souls haunt the sky, the call of freezing bells of damnation.

As the grey mist whispers silent, flaming words of wrath and hate. Came pale shadows of the night to give them my unholy might, from our forests deep & dark, path so nocturnal.

Fullmoon of the mighty wolfs, drawes in a grayish act.
Desolated blackness, a scorched soil in black.
Emanates from stairs below, the pantheon so dark.
Shivering in catacombs, black rain falls from the sky.

In abyssic caves of darkness, Unknown and sad shadows. Blackened from th Styx below, destroy the bruning priests. Is my soul to reach the sin to brun the cross of lies. Wolfnacht rise in grim unholy fullmoon northern sky.

Praga da Escuridão

[Ornamentos do Pecado]

Escuridão, a noite mais sombria
Terra fria e escura congelou em gelo
No frio e na penumbra sombria
A escuridão, bruma cinza e opaca
Onde lobos uivam profundo
Desespero da noite fúnebre, no túmulo dos escravos de Sião.

Enquanto a noite me revela a verdade
Vento profano sopra gelado
Através dos cabelos negros
Uma tristeza pervertida e sombria
Esculpe-me profundo e escuro
Rosto de gelo e dor
Quando a noite e a névoa aterrorizam minha alma sangrando.

No meu trono sombrio da noite profana, reinam supremas minhas legiões mais escuras do meu covil aterrorizado do inferno, gritos de sofrimento das almas cristãs assombram o céu, o chamado dos sinos congelantes da condenação.

Enquanto a névoa cinza sussurra silenciosa, palavras flamejantes de ira e ódio. Vieram sombras pálidas da noite para me dar meu poder profano, de nossas florestas profundas e escuras, caminho tão noturno.

Lua cheia dos poderosos lobos, desenha um ato cinzento.
Negatividade desolada, um solo queimado em preto.
Emana das escadas abaixo, o panteão tão escuro.
Tremendo nas catacumbas, chuva negra cai do céu.

Em cavernas abissais de escuridão, sombras desconhecidas e tristes. Enegrecidas do Estige abaixo, destrua os sacerdotes ardentes. É minha alma alcançar o pecado para queimar a cruz das mentiras. A noite do lobo se ergue na sombria lua cheia do céu do norte.

Composição: