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Crescendo do Frio

Adalruna

Growing Cold

The air grows cold
On the world, so old.
The taste of mould
On the wind, so cold.
The gods of old
Are still and cold,
Their faces grim
And covered in mould.

The winter, so cold,
Whispers secrets untold.
The gods, so bold,
Have froze in the cold.
A memory of old
Ferments like mould.
And all of the world
Grows cold, so cold...

The wind, so old,
Carries death, so cold,
Spreads disease
And feeds the mould.
An echo once told
A prophecy so bold
That all of the air
Became suddenly cold...

Crescendo do Frio

O ar fica frio
Neste mundo tão velho.
O gosto de mofo
No vento, tão gelado.
Os deuses antigos
Estão parados e frios,
Seus rostos sombrios
E cobertos de mofo.

O inverno, tão frio,
Sussurra segredos não contados.
Os deuses, tão audazes,
Congelaram no frio.
Uma memória antiga
Fermenta como mofo.
E todo o mundo
Fica frio, tão frio...

O vento, tão velho,
Carrega a morte, tão fria,
Espalha doenças
E alimenta o mofo.
Um eco já contou
Uma profecia tão ousada
Que todo o ar
De repente ficou frio...

Composição: