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Espelho dos Meus Olhos

Adán Cruz

Espejo de Mis Ojos

Olvidamos el mundo al amanecer
Solo queda el amor
Un suspiro, latido del compás

Yo, deja te cuento las insignias de un hombre muy destrozado
Principalmente responde que está bien si le han preguntado
Encubre un mal absoluto y con eso esquiva y evade
Dentro cuatrocientas voces pintan su aura a color jade

Aparenta enojo en sus rasgos y expresiones
Sin necesidad se disculpa ante algunas situaciones
Ahí le contesta al trauma, y la cura no responde
Ataques agudos de depresión bajo la piel se esconden

Tan solo quiere ser amado, pues anteriormente
Ya le han roto el alma, el corazón repetidas veces
Y así bombea con grietas, yagas, cicatrices
No deja de ser enorme y mirar todo con matices

Se aísla, aún de familia rodeado
Amigos, seres queridos, heridos y consternados
Es muy bueno ocultando los daños sonriendo
Lo ves a alta velocidad andando o conduciendo

Tus ojos
Espejo de mis ojos
Espejo de mis ojos
Espejo de mi ser (Oh)

Tus ojos
Espejo de mis ojos
Espejo de mi suspiro, latido del compás
Tus ojos

Sin más preámbulos se pregunta porque las cosas son así
Se pregunta, así mismo: ¿Es una maldición desde que nací?
Pero no, no, pana, no tiene que preocuparse
Tiene ahora solo que relajarse
Suelte y deje ir, tome ventaja

La paz no llega sola, se trabaja y allí cuaja
Aligere el pesar a pesar de que sus navajas
Le hayan cortado ilusiones en migajas y de baja
Ya no será fácil entregarse así
No, ya no quiere ni intentar siquiera

Tus ojos
Espejo de mis ojos
Espejo de mis ojos
Espejo de mi ser (Oh)

Tus ojos
Espejo de mis ojos
Espejo de mi suspiro, latido del compás
Tus ojos

Espelho dos Meus Olhos

Esquecemos o mundo ao amanhecer
Só resta o amor
Um suspiro, batida do compasso

Deixa eu te contar as marcas de um homem bem quebrado
Principalmente responde que tá tudo certo se perguntado
Esconde um mal profundo e com isso desvia e evita
Dentro, quatrocentas vozes pintam sua aura de verde jade

Aparenta raiva em seus traços e expressões
Sem necessidade se desculpa em algumas situações
Ali responde ao trauma, e a cura não aparece
Ataques agudos de depressão se escondem sob a pele

Só quer ser amado, pois já lhe quebraram a alma
O coração, repetidas vezes, já foi em mil pedaços
E assim bombeia com fendas, feridas, cicatrizes
Não deixa de ser enorme e ver tudo com nuances

Se isola, mesmo cercado pela família
Amigos, entes queridos, feridos e preocupados
É muito bom em esconder os danos sorrindo
Você o vê em alta velocidade, andando ou dirigindo

Teus olhos
Espelho dos meus olhos
Espelho dos meus olhos
Espelho do meu ser (Oh)

Teus olhos
Espelho dos meus olhos
Espelho do meu suspiro, batida do compasso
Teus olhos

Sem mais delongas, se pergunta por que as coisas são assim
Se pergunta, assim mesmo: É uma maldição desde que nasci?
Mas não, não, cara, não precisa se preocupar
Agora só precisa relaxar
Solte e deixe ir, aproveite a chance

A paz não chega sozinha, se trabalha e se forma
Alivie o peso, apesar de que suas facas
Tenham cortado ilusões em migalhas e em baixa
Não vai ser fácil se entregar assim
Não, já não quer nem tentar mais

Teus olhos
Espelho dos meus olhos
Espelho dos meus olhos
Espelho do meu ser (Oh)

Teus olhos
Espelho dos meus olhos
Espelho do meu suspiro, batida do compasso
Teus olhos

Composição: