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Zé Povinho

Ademir de Souza

Letra

    No jogo de sinuca, no jogo de sueca
    Nunca sai da mesa, uma grande caneca
    E a cair de bebado, ele volta pra casa
    Se virares o bolsos não encontras nada

    E mal adormeceu já ronca como um porco
    E forte como um touro, se faz de morto
    O sol já vai alto, e ele a dormir
    E os filhos pelas ruas, a roubar e a pedir

    E se alguem mais ousado, cobra responsabilidade
    Ele se julga o mair, e o dono da verdade
    Fala mal deste paiz, de politica e descrente
    E entre um gole e outro, diz que vai ser presidente

    Vai dar pão pra todo mundo, e dinheiro pra escola
    Trabalhar e uma dureza, não esquenta que isso passa
    E os filhos sem comida, vão vivendo pelas ruas
    Cometendo falcatruas, para se alimentar
    Se alguem os matar, do governo vão cobrar

    Na mesa eles não tinham, nem um pedaço de pão
    E agora vem o ze, cobrar indenizaç pelas ruas ão
    Essa e a constant e desgraça, do pobre do ze povinho
    Qu pra curar a resaca, se afoga num copo de vinho

    Composição: ADEMIR DE SOUZA / Rosa De Azevedo. Essa informação está errada? Nos avise.

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