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Chuva de abril

Adestono

Lluvia de Abril

Tú, que le das otro capricho a la vida
Desenvainando una flor por espada
Que sigue afilada en la escarcha mojada
Cortando el aliento que el viento reclama
Bebiendo en el tiempo del agua pasada
Pequeños sorbitos de gotas en calma
Que mueven molinos en agua estancada

Se oyen crujir dentro de mí granos de alpiste pa' hacerte sentir
Riega el jardín, lluvia de Abril, las margaritas hoy dicen que sí
Vas a salir pa' presumir, sueñan despiertas con verte reír
Quiero aclarar sin apagar la claridad que desprendes al mirar
Paz infernal para limpiar un manantial que se dejó secar
Por rescatar estrellas en un pedestal
Imaginar que son tus labios cada despertar

Yo, que le doy una lección a la vida, imaginando el calor de tus bragas
Que están empapadas en guisos de hadas
Buscando cuchara en puchero sin nada
Quemando el incienso de noche en caladas
Poniendo el reverso del verso del alba
Cantando un secreto vestido de malva

Se oyen rugir dentro de ti los pajaritos que hoy cantan por mí
Riega el jardín, lluvia de Abril, las margaritas hoy dicen que sí
Vas a salir pa' presumir, sueñan despiertas con verte reír
Quiero aclarar sin apagar la claridad que desprendes al mirar
Paz infernal para limpiar un manantial que se dejó secar
Por rescatar estrellas en un pedestal
Imaginar que son tus labios cada despertar
Por rescatar historias de nunca acabar
Imaginar que aún quedan sueños en la realidad

Chuva de abril

Você, que você dá outro capricho à vida
Desfiando uma flor pela espada
Isso permanece afiado na geada úmida
Cortando o ar que o vento reclama
Bebendo no tempo da última água
Pequenos goles de gotas calmas
Isso move moinhos em água parada

Grão de alpiste pode ser ouvido esmagando dentro de mim para fazer você se sentir
Molhe o jardim, chuva de abril, as margaridas hoje dizem sim
Você está saindo para se mostrar, você sonha acordado vendo você rir
Eu quero esclarecer sem desligar a clareza que você dá ao olhar
Paz Infernal para limpar uma fonte que foi deixada para secar
Para resgatar estrelas em um pedestal
Imagine que seus lábios estão a cada despertar

Eu, que dou uma aula para a vida, imaginando o calor da sua calcinha
Quem está embebido em guisados ​​de fada
Olhando a colher no pote com nada
Queimando o incenso à noite em puffs
Colocando as costas do verso do amanhecer
Cantando um vestido malva secreto

Os pássaros que hoje cantam para mim rugem dentro de você
Molhe o jardim, chuva de abril, as margaridas hoje dizem sim
Você está saindo para se mostrar, você sonha acordado vendo você rir
Eu quero esclarecer sem desligar a clareza que você dá ao olhar
Paz Infernal para limpar uma fonte que foi deixada para secar
Para resgatar estrelas em um pedestal
Imagine que seus lábios estão a cada despertar
Para resgatar histórias sem fim
Imagine que ainda existem sonhos na realidade

Composição: