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À Sua Janela

Adrián Barreto

Al Pie de Tu Reja

A tu ventana, niña hechicera
Llego rendido
Para entonarte mis pobres trovas
Llenas de amor
Deja tu sueño color de rosa
Y escucha atenta
Todas las penas y la amargura
De este cantor

Despierta, niña, y oye las notas
De mi guitarra
Oye las quejas de mi alma triste
Sentimental
Que a cada hora sueña y delira
Por tus caricias
Y en tu ventana todas las noches
Llora su mal

Ha mucho tiempo
Que te quería
Desde que te he visto
Enfermo estoy

Me aprisionaste
Con tus hechizos
Y desde entonces
Sumiso y ciego
Tu esclavo soy

Si tú supieras, niña adorada
Lo que yo sufro
Si tú supieras de mis ensueños
De mi pasión
Estos cariños jamás gustados
Estos amores
Ablandarían con su terneza
Tu corazón

Tú bien comprendes que te amo tanto
Cual nadie nunca
En esta vida podrá quererte
Mejor que yo
Y en estas quejas de la guitarra
Con toda el alma
Te digo, niña, che rohayhúgui
Che péicha aiko

Ha mucho tiempo
Que te quería
Desde que te he visto
Enfermo estoy

Me aprisionaste
Con tus hechizos
Y desde entonces
Sumiso y ciego
Tu esclavo soy

À Sua Janela

À sua janela, menina encantada
Chego rendido
Pra te cantar minhas pobres canções
Cheias de amor
Deixa seu sonho cor-de-rosa
E escuta atenta
Todas as dores e a amargura
Desse cantor

Acorda, menina, e ouve as notas
Do meu violão
Ouve as queixas da minha alma triste
Sentimental
Que a cada hora sonha e delira
Por suas carícias
E na sua janela todas as noites
Chora seu mal

Faz tempo
Que eu te queria
Desde que te vi
Tô doente

Me aprisionou
Com seus feitiços
E desde então
Submisso e cego
Teu escravo sou

Se você soubesse, menina amada
O que eu sofro
Se você soubesse dos meus devaneios
Da minha paixão
Esses carinhos nunca experimentados
Esses amores
Amoleceriam com sua ternura
Teu coração

Você bem entende que eu te amo tanto
Como ninguém nunca
Nesta vida poderá te amar
Melhor que eu
E nessas queixas do violão
Com toda a alma
Te digo, menina, che rohayhúgui
Che péicha aiko

Faz tempo
Que eu te queria
Desde que te vi
Tô doente

Me aprisionou
Com seus feitiços
E desde então
Submisso e cego
Teu escravo sou

Composição: Fernando Rivarola, Eloy Martín Pérez