Che Róga
Linda casona donde nací
Nido abrigado de mi niñez
Quiero en mi canto llegar a ti
Tal como ayer
Patio florido, quinta jardín
Entre fragancias de azahar
Cercado viejo donde subí
¿Cómo estarás?
Hogar lleno de alegría
Risas y gritos de aquella edad
Ahora te sé vacío
Me causa angustia tu soledad
Serás el postrer refugio
Donde repose de este vivir
Después de ambular bohemio
Buscando solo dulce morir
Cantaba triste chesyhasy
En el silente atardecer
Muy tristemente chepy'apýva
Su ñembo'e
Y en el umbrío mandarinal
A las torcazas no escucharé
Y dulcemente, pobre mortal
Te añoraré
Hogar lleno de alegría
Risas y gritos de aquella edad
Ahora te sé vacío
Me causa angustia tu soledad
Serás el postrer refugio
Donde repose de este vivir
Después de ambular bohemio
Buscando solo dulce morir
Y en mi bohemio destino cruel
Voy arrastrando mi ideal en pos
Era feliz el tiempo aquel
Que ya pasó
Y al evocarte, mi dulce hogar
Hoy reverdece mi inspiración
¡Adiós, infancia de mi cantar
Y mi emoción!
Hogar lleno de alegría
Risas y gritos de aquella edad
Ahora te sé vacío
Me causa angustia tu soledad
Serás el postrer refugio
Donde repose de este vivir
Después de ambular bohemio
Buscando solo dulce morir
Meu Refúgio
Linda casa onde nasci
Ninho acolhedor da minha infância
Quero em meu canto chegar até você
Como era antes
Pátio florido, quintal de jardim
Entre fragrâncias de laranjeira
Cercado antigo onde cresci
Como você está?
Lar cheio de alegria
Risos e gritos daquela época
Agora sei que está vazio
Sua solidão me causa angústia
Você será o último refúgio
Onde descansarei deste viver
Depois de vagar como um boêmio
Buscando apenas um doce morrer
Cantava triste che syhasy
No silencioso entardecer
Muito tristemente che py'apýva
Seu ñembo'e
E no sombrio pé de laranja
As rolinhas não ouvirei
E docemente, pobre mortal
Sentirei sua falta
Lar cheio de alegria
Risos e gritos daquela época
Agora sei que está vazio
Sua solidão me causa angústia
Você será o último refúgio
Onde descansarei deste viver
Depois de vagar como um boêmio
Buscando apenas um doce morrer
E no meu cruel destino boêmio
Vou arrastando meu ideal em busca
Era feliz aquele tempo
Que já passou
E ao te evocar, meu doce lar
Hoje renasce minha inspiração
Adeus, infância do meu cantar
E minha emoção!
Lar cheio de alegria
Risos e gritos daquela época
Agora sei que está vazio
Sua solidão me causa angústia
Você será o último refúgio
Onde descansarei deste viver
Depois de vagar como um boêmio
Buscando apenas um doce morrer