L'indiano
Ehi…fatemi parlare,
ehi…fatemi inventare,
ehi…ehi…ehi…fatemi sognare.
Cavallo bianco che non suda mai,
è questo il nome
che ho dato ad una grande
meraviglia in cui mi perdo io.
Lo so che parlo come fa un indiano
affascinato dal mistero fragile e solenne,
ma è così che parlo io.
Non fatelo annoiare,
non fatelo impaurire,
ehi…ehi…non fatelo svanire.
C'è un tempo per guardare in alto
e un tempo per guardare in basso,
ascoltare e non parlare
e ammirare. Ecco, io
mi sento intorno un paradiso
che mi guarda tra le foglia
di un giardino di bisbigli
antichi e sto a sentire io.
Ehi…sento galoppare,
e il suono rimbombare,
ehi…ehi…ehi…fatemi sognare.
O Indiano
E aí…deixa eu falar,
e aí…deixa eu inventar,
e aí…e aí…e aí…deixa eu sonhar.
Cavalo branco que nunca sua,
esse é o nome
que eu dei a uma grande
maravilha na qual eu me perco.
Eu sei que falo como um indiano
encantado pelo mistério frágil e solene,
mas é assim que eu falo.
Não deixem ele entediado,
não deixem ele com medo,
e aí…e aí…não deixem ele desaparecer.
Tem um tempo pra olhar pra cima
e um tempo pra olhar pra baixo,
escutar e não falar
e admirar. Olha, eu
sinto ao meu redor um paraíso
que me observa entre as folhas
de um jardim de sussurros
antigos e eu fico ouvindo.
E aí…sinto o galope,
e o som ecoando,
e aí…e aí…e aí…deixa eu sonhar.