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Letra

    Ó Alentejo dos pobres
    Reino da desolação
    Não sirvas quem te despreza
    É tua a tua nação.
    Não sirvas quem te despreza
    É tua a tua nação.

    Não vás a terras alheias
    Lançar sementes de morte
    É na terra do teu pão
    Que se joga a tua sorte.
    É na terra do teu pão
    Que se joga a tua sorte.

    Terra sangrenta de Serpa
    Terra morena de Moura
    Vilas d'angústia em botão
    Dor cerrada em Baleizão.

    INSTRUMENTAL

    Ó margem esquerda do verão
    Mais quente de Portugal
    Margem esquerda deste amor
    Feito de fome e de sal.
    Margem esquerda deste amor
    Feito de fome e de sal.

    A foice dos teus ceifeiros
    Trago no peito gravado
    Ó minha terra morena
    Como bandeira sonhada.
    Ó minha terra morena
    Como bandeira sonhada.

    Terra sangrenta de Serpa
    Terra morena de Moura
    Vilas d'angústia em botão
    Dor cerrada em Baleizão.


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