Tristetea Vehementa (Part 1)
Viata Dormiteaza Germinind Si-O Simt In Jur Universala
Intr-o Nesfirsita Oboseala Si-n Absenta Ultimului Cind
Iar Taina Aerului Otravit Intr-un Inceput De-nnoptare
Alacelui Orizont Nemarginit Adoarme Fara Desteptare
My ruined world 's denying the earthly time
Drained of all emotions...
Immortality: Now be mine!
My ruined dreams - remains of tortured years
Who will be left to wipe away my bitter tears?
Words of sorrow...
sail, travelling on cold winds
Words of tranquility...
fail, dancing on my wounded lips
I'm dying mostly alone
Within life's thin disguise
And I can't tame the blood
And the heart THEY have baptized
The scars burn deeply into my soul
My smile has lost it's brilliance
My words become so trivial...
Loosing all desire,
Loosing all,
but pride.
Cu vehementa miniei tristetea
Difuza se strecoara
Printre-ncheieturi
Ca un ghimpe de-otrava
al florii vietii vestejite
Moartea succede vietii,
viata succede la moarte
Alt sens u-are lumea asta,
n-are akt slop si-alta soarta!
...Caci demult, aici, la marginea vietii
Sub lumina siderala, nu mai traiesc in timp...
Iar calendarul a reintrat in forma lui astrala
Te vad,
Te aud, te cuget,
Tinara si dulce veste, dintr-un cer cu-alte stele
cu alte vise si alti zei
...Pe drumuri delirind, pe-o vreme de toamna
Ma urmareste-un Gind, Ce ma-ndeamna:
Dispari cit mai curind!
...Caci visu-mi nu-i un dis pamintesc
My ruined world's grasping for a mystic thought
Though the soul's already tired of search
My ruined dreams - Out of reach
And the hopeless soul keeps on waiting,
for whom?
But who's to know?
Tristeza Vehemente (Parte 1)
A vida dorme, germinando
E eu sinto ao redor, universal
Em uma exaustão sem fim
E na ausência do último instante
Meu mundo arruinado nega o tempo terreno
Esgotado de todas as emoções...
Imortalidade: agora é minha!
Meus sonhos arruinados - restos de anos torturados
Quem vai ficar para enxugar minhas lágrimas amargas?
Palavras de tristeza...
Navegam, viajando em ventos frios
Palavras de tranquilidade...
Falham, dançando em meus lábios feridos
Estou morrendo, na maior parte, sozinho
Dentro da fina disfarce da vida
E não consigo domar o sangue
E o coração QUE eles batizaram
As cicatrizes queimam profundamente na minha alma
Meu sorriso perdeu seu brilho
Minhas palavras se tornam tão triviais...
Perdendo todo desejo,
Perdendo tudo,
menos o orgulho.
Com veemência, minha tristeza
Se difunde, se esgueira
Entre as articulações
Como um espinho de veneno
Da flor da vida murcha
A morte sucede a vida,
a vida sucede à morte
Outro sentido tem este mundo,
não tem ato, é só um destino!
...Pois há muito, aqui, à beira da vida
Sob a luz sideral, não vivo mais no tempo...
E o calendário voltou à sua forma astral
Eu te vejo,
Eu te ouço, eu te pondero,
Jovem e doce mensagem, de um céu com outras estrelas
Com outros sonhos e outros deuses
...Pelas estradas delirando, em um tempo de outono
Um pensamento me persegue, que me incita:
Desapareça o mais rápido possível!
...Pois meu sonho não é um desespero terreno
Meu mundo arruinado busca um pensamento místico
Embora a alma já esteja cansada de procurar
Meus sonhos arruinados - fora de alcance
E a alma sem esperança continua esperando,
por quem?
Mas quem saberá?