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O Xamã Devorado e a Deglutição Bacante de Quem Ousou Sonhar Desordem

Agnaldo Amaral

Letra

    Sou eu! Exu das artes
    Na desordem que sonhei
    Primeiro ato, a magia vem do sol
    Trago cultura das entranhas com paixão
    Desperta sanha canibal
    Devora-me Vai-Vai
    Em cena, do profano eu sou rei
    Poesia que a alma alimenta
    Xamã, a liberdade em manifestação
    É fogo o desejo por revolução

    Embriagado, nessa zorra pelado
    Olha só que barato, tudo tão natural
    E quando baco caiu na orgia
    Fez da folia um bacanal

    Indigesto, transei as boas
    Cantei os bodes por aí
    Desprezei a burguesia, a roda-viva venci
    Guiei a trupe nos sertões em graças
    Senhor do tempo e no prazer
    Teatro, a zona, usina
    Mente divina, oficina
    De atuar, atuar pra poder voar
    Hoje nos braços do povo
    Pra ser imortal
    Eternizado
    Delírio de carnaval

    Já clareou
    Deixa clarear
    Quem nunca viu o samba amanhecer, vai ver!
    Segura que lá vem Bixiga, feliz da vida
    Canta: Evoé!
    Viva a voz da rebeldia
    Saravá! José!

    Composição: Mario Lucio, Rodrigo Atração, Edson Liz, Vagner Almeida, Thiago de Xango, Marcinho Z.sul, Luiz Cesar, Frá, Anderson Bueno, Luciano Bicudo, Reinaldo Papum, Danni Almeida. Essa informação está errada? Nos avise.

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