Bu Yalnýzlýk Benim
Sana bir gün bu mektubum ulaþýr
Açarsýn ah eline kan bulaþýr
Çürür bir yerlerde çýrýlçýplak cesedim
Sedyeyle taþýnýr kan çiçekleri
Adýmlarýn, adýmlarýn, adýmlarýn birbirine dolaþýr.
Nazlý ýrmak boylarýndan, ýlýk rüzgarlarla geldim
Çiçek istediler verdim, þarký dediler söyledim
Ömrümün yarýsý kavgayla geçti
Ben böyle, ben böyle, ben böyle yalnýzlýk görmedim.
Beni bir gün bu þarkýyla anarsýn
Ýçinden kopar bir tel aðlarsýn
Gecikmiþ bir vefa kalýntýsýyla
Polis kaydýndan sildirip adýmý
Pencerenin, pencerenin, pencerenin buðusuna yazarsýn
Darmadaðýn bir evden sabah ezanýyla çýktým
Denizler üstüme gelmeyin
Kuþlar ne olur didiþmeyin
Þarkýmý esmer bir hasrete sundum
Bu yalnýzlýk, bu yalnýzlýk, bu yalnýzlýk benim iliþmeyin.
Essa Solidão É Minha
Um dia essa carta chega até você
Quando abrir, ah, suas mãos vão se sujar de sangue
Meu corpo nu apodrece em algum lugar
Flores de sangue são carregadas na maca
Seus passos, seus passos, seus passos se entrelaçam.
Vindo das margens de um rio manso, com ventos quentes
Pediram flores, eu dei, disseram que era música, eu cantei
Metade da minha vida foi em briga
Eu nunca vi, eu nunca vi, eu nunca vi uma solidão assim.
Um dia você vai se lembrar de mim com essa canção
Vai arrancar uma corda e vai chorar
Com um vestígio de gratidão tardia
Vai tirar meu nome do registro policial
E vai escrever na névoa da janela.
Saí de uma casa bagunçada ao som do chamado da manhã
Não venham os mares sobre mim
Por favor, pássaros, não briguem
Ofereci minha canção a uma saudade morena
Essa solidão, essa solidão, essa solidão é minha, não se intrometam.