Dardayým
Daradayým yalaným yok
Baskýn yedim gün gece...
Örtselendi aþklarým üstelik
Bir uzak diyardayým...
Günaydýn anneciðim, günaydýn babacýðým
Yine sabah oluyor
Evde sabah olmaz deme
Orda günler geçmez deme
Ýçime sancý doðuyor...
Yüreðimi bir kalkan bilip, sokaklara çýktým
Kahvelerde oturdum çocuklarla konuþtum
Sýkýldým dertlendim dostlarýmla buluþtum
Bugün de ölmedim anne.
Kapalýydý kapýlar, perdeler örtük
Silah sesleri uzakta boðuk boðuk
Bir yüzüm ayrýlýða, bir yüzüm hayata dönük
Bugünde ölmedim anne.
Üstüme bir silah doðruldu sandým
Rüzgar beline dolandýðýmda bir dal
Korktum, güldüm, kendime kýzdým
Bugünde ölmedim anne.
Bana böylesi garip duygular
Bilmem neye gelir nereye gider
Döndüm iþte
Acý yüreðimden beynime sýzar
Bugünde ölmedim anne.
Dardayým
Dardayým, minha mentira não existe
Fui pego de surpresa, dia e noite...
Meus amores se tornaram distantes
Estou em uma terra distante...
Bom dia, mamãe, bom dia, papai
Mais uma manhã está chegando
Não diga que não é manhã em casa
Não diga que os dias não passam lá
Uma dor está nascendo dentro de mim...
Acreditei que meu coração era um escudo, saí para as ruas
Sentei nos cafés, conversei com as crianças
Fiquei angustiado, me preocupei, encontrei meus amigos
Hoje também não morri, mãe.
As portas estavam fechadas, as cortinas cobertas
Os tiros ecoavam longe, abafados
Um lado meu voltado para a separação, o outro para a vida
Hoje também não morri, mãe.
Pensei que uma arma estava apontada para mim
Quando o vento se enroscou em um galho
Tive medo, ri, me xinguei
Hoje também não morri, mãe.
Esses sentimentos estranhos para mim
Não sei para onde vão, para onde vão
Voltei ao trabalho
A dor do meu coração se espalha pela minha cabeça
Hoje também não morri, mãe.