Hasretinden Prangalar
Ard arda bilmem kaç zemheri geçti
Kurt uyur, kuþ uyur, zindan uyurdu
Dýþarda gürül gürül akan bir dünya...
Bir ben uyumadým,
Kaç bahar leylim,
Hasretinden prangalar eskittim
Karanlýk gecelerde kendimden geçtim
Saçlarýna kan gülleri takayým,
Bir o yandan bir bu yandan
Elma yanaktan
Açar kan kýrmýzý yedi verenler
Kar yaðýyor bir yandan
Savrulur Karaca daðý, savrulur Zozan
Bak býyýðým buz tuttu
Üþüyorum ben.
Zemheri de uzadýkça uzadý
Seni baharmýþsýn gibi düþünüyorum
Seni Diyarbekir gibi düþünüyorum.
Correntes da Saudade
Ardendo, não sei quantos invernos passaram
O lobo dorme, o pássaro dorme, a prisão dormia
Do lado de fora, um mundo que corre a mil por hora...
Só eu não dormi,
Quantas primaveras eu deixei passar,
Por sua saudade, as correntes eu desgastei
Nas noites escuras, eu perdi a razão
Quero colocar rosas de sangue no seu cabelo,
De um lado e do outro lado
Uma maçã na bochecha
Abrem-se os que dão o vermelho intenso
A neve cai de um lado
O Monte Karaca se agita, Zozan também se agita
Olha, meu amor, o gelo tomou conta
Estou tremendo.
O inverno se estende cada vez mais
Penso em você como se fosse primavera
Penso em você como se fosse Diyarbekir.