Kýlýç Balýðýnýn Öyküsü
Bu bir kýlýç balýðýnýn öyküsü
Yazýlmasa da olurdu
Ama bizi yeni sulara götürecek akýntý durdu
Uskumrunun arkasýndan gidiyorduk
Sürünün içinde ben de vardým
Sýrtýmda bir zýpkýn yarasý
Mutlu olmasýna mutluydum
Nedense gitmiyordu
Kulaðýmdan bir türlü o að var sesleri
Deniz kýzý girmiþ düþünceme ben iflah olmam
Dalyanlarý birbirine katmak orkinoslarýn harcý
Dolanýnca çok geçmeden küserim
Bir çocuk bile çeker sandal beni
Bu kadar aðýr olmasam
Beni böyle koþturan yaþama sevinci
Kanal boyunca, bir o yana bir bu yana
Siz yok musunuz siz, derya kuzularý
Kestim kýlýcýmla karanlýðýn dibin
Yakamoz içinde býraktýðým sularý
Ah haysýz gecelerde olur ne olursa
Sýrtýmda bir zýpkýn yarasý
Atýn beni mor kuþaklý bir takaya götürün
Ýri gözlerimde keder kýlýcýmda hüzün
Satýn beni
Satýn beni
Raký için
A História do Peixe Espada
Essa é a história de um peixe espada
Se não fosse escrita, tudo bem
Mas a correnteza que nos levaria a novas águas parou
Estávamos seguindo atrás do sargo
Eu também estava no meio do cardume
Com uma ferida nas costas
Fiquei feliz por ele estar bem
Mas, por algum motivo, não ia embora
Na minha orelha, de jeito nenhum, aquele som persistia
A filha do mar entrou na minha mente, não vou me recuperar
Misturar os canais é o que os atuns fazem
Logo, se não tomar cuidado, eu me estresso
Até uma criança me puxaria na canoa
Se eu não fosse tão pesado assim
Essa alegria de viver que me faz correr
Pelo canal, de um lado pro outro
Vocês não estão aqui, vocês, cordeiros do mar?
Cortei com minha espada o fundo da escuridão
As águas que deixei na bioluminescência
Ah, o que acontece nas noites sem vergonha
Com uma ferida nas costas
Me levem em um barco de vela roxa
Nos meus grandes olhos, tristeza, na minha espada, melancolia
Me vendam
Me vendam
Para a cachaça