Þeyh Bedrettin
Yaðmur çiseliyor, yaðmur çiseliyor
Serezin esnaf çarþýnda
Yaðmur çiseliyor.
Yaðmur çiseliyor
Korkarak yavaþ sesle
Bir ihanet konuþmasý gibi
Yaðmur çiseliyor
Beyaz ve çýplak
Mürtet ayaklarýnýn
Islak ve karanlýk topraðýn üstünde koþmasý gibi.
Yaðmur çiseliyor
Serezin esnaf çarsýnda
Bir bakýrcý dükkanýn karþýnda
Bedrettin' in bir aðaca asýlý
Yaðmur çiseliyor
Gecenin geç ve yýldýzsýz bir saatidir
Ve yaðmurdan ýslanan
Yapraksýz bir dalda sallanan
Þeyhimin çýrýlçýplak etidir
Yaðmur çiseliyor
Serez çarþýsý dilsiz
Serez çarþýsý kör
Havada konuþmamanýn görmemenin
Kahrolasý hüznü
Ve Serez çarþýsý kapatmýþ elleriyle yüzünü
Yaðmur çiseliyor.
Chuva Caindo
A chuva tá caindo, a chuva tá caindo
Na feira de Serez
A chuva tá caindo.
A chuva tá caindo
Com medo, em voz baixa
Como se fosse uma conversa de traição
A chuva tá caindo
Branca e nua
Como os pés de um apóstata
Correndo sobre a terra molhada e escura.
A chuva tá caindo
Na feira de Serez
Em frente a uma loja de cobre
Pendurado em uma árvore de Bedrettin
A chuva tá caindo
É uma hora tardia e sem estrelas da noite
E molhado pela chuva
Em um galho sem folhas balança
É a carne nua do meu sheik
A chuva tá caindo
A feira de Serez é muda
A feira de Serez é cega
A tristeza de não falar, de não ver
Que maldita tristeza
E a feira de Serez com as mãos fechadas cobre o rosto
A chuva tá caindo.