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Inferno Crítico

Aiislan Kalash

Letra

    Quatro por cento de bateria
    Cem por cento de energia
    Desenvolvimento cem por cento
    Cem por cento de danos lucrados com o tempo
    Realidade só pra revelar tudo

    Vagabundo erga a cabeça
    Porque se não eles vão arrancar
    E você não vai conseguir mais buscar
    Você tem que ir lá, eu sei a vida é dura
    E não tenho que organizar
    O tempo passa e ele quer ver nossa desgraça
    Então disfarça, pra ver se isso vai passar
    Eu sei quanto já errei
    Quantos já lutaram nessa luta
    E tipo sensei, hey, eu vi
    Quantos tentaram me derrubar tão aqui
    Por eles nem vou acreditar
    Que esse mundo vai mudar
    Mas, por mim mesmo eu já quis acreditar

    É a vida é
    A vida é louca e sempre mudando seus planos
    Mas nunca muda o que cê quer
    Bota fé no que eu quero?
    E aconteça o que Deus quiser
    Eles tão batendo na porta
    E eu abrindo ela
    As vezes, é!
    Histórias, mas não é da cinderela
    Vê pra tu ver se não, vixe!
    Seu mundo que amarela
    Eu tô pensando isso daqui
    Quantos que vão entrar nessa cena
    Morrendo tipo, quem não tem problema?

    E os que tão gerando isso pra sua cena
    Inventa pra ver quem tá aqui
    Argumenta, vai peita pra cê ver
    Peita pra cê ver

    Não, não
    Não encontra o que cê quer na tv
    Não, não, não
    É tudo que nós queremos, vivemos, dizemos
    E tudo aquilo que nós sofremos

    É sofrimento batendo no peito
    É o respeito que tu não compra
    Mas tem um jeito de encontrar
    Vai buscar no seu lugar
    Vários anos aqui
    E ninguém quis me procurar
    Sei que o erro sempre foi o mesmo
    Interesse crítico
    O capitalismo me aceita
    Ele me beija e diz
    Depois me trás é
    Pedindo isso como se nunca
    E se fosse uma diss
    Acerta quem não veio
    E acerta quem não vê dizer

    E eu tô tentando ouvir
    Tudo que eu quis fazer
    Mas, não enxergo de longe
    Agora eu vim ver você
    Ter, uni, duni, tê, salamê, minguê
    Atirei, acertei mas não derrubei você

    A mídia é pura, pura, pura indecência
    Capitalismo te faz entrar em demência
    Atualidade não é sinceridade

    Mas tua mina disse isso de verdade
    Você não acreditou, deixou ela ir embora
    Agora chora, e agora diz que bad tá te matando
    Por fora e por dentro
    Mais um argumento
    Pretérito pretexto, não é meu texto perfeito
    Eu sou mais um poeta louco
    Que dizem assim
    Que o sofrimento nunca vai bater pra mim
    Sei!

    Cê sempre diz que debater é sua mente
    Seu consciente te derruba
    Hoje você não tem a culpa
    Esqueça o que esquecer
    Vamo vencer nessa batalha
    Ultimamente eles tão criticando as falhas


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