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Filhos da Morte

Ajattara

Manan Lapset

Jo varjot kutsu omiansa
Portot pieksi haarojansa
Lihan surmaajat
Synnin kehtoon nukutti

Imettäjän rinta paljas
Ruokki huorat ainuitansa
Raatokarja kusta kehräs
Alla lyijytaivahan

Revittynä sielu arka
Kutsui valta vanhempansa
Kasvot kääntyi multaa vasten
Neitsyt uhri manan lasten

Varhain varjo peiton laski
Silmät sulki kastetuilta
Hauras suri päiviänsä
Väki nousi hornan mailta
Kouristeli korpin kynsi
Raiskas vastasyntyneen
Saatto usvan valon tieltä
Tuhkaks poltti väsyneen

Keuhkot keitti päitä niitti
Kuolevaisen ruton siitti
Pimentolan verikoira
Meissä virtaa MUSTA VOIMA
Kaato itse kosijansa
Veri hyyty maljahansa
Raatokarja verta lypsi
Kanto luuta kyljellänsä

Filhos da Morte

Os sombras chamam por seus próprios
Portões batem suas ramificações
Os matadores de carne
Ninaram o pecado no berço

O peito da mãe exposto
Alimenta as putas de sempre
O gado morto se arrasta
Sob o céu de chumbo

A alma rasgada e frágil
Chamou o poder de seus pais
Os rostos se viraram contra a terra
Virgem, sacrifício dos filhos da morte

Cedo a sombra lançou seu manto
Os olhos se fecharam para os batizados
O frágil chorou seus dias
O povo se levantou das terras do inferno
Se contorcia sob as garras do corvo
Estuprou o recém-nascido
Acompanhou a névoa do caminho da luz
Queimou em cinzas o cansado

Os pulmões ferviam, as cabeças cortavam
Gerou a peste mortal
O cão de sangue do submundo
Em nós flui a FORÇA NEGRA
Cortou seu próprio pretendente
O sangue coagulado em seu cálice
O gado morto ordenhava sangue
Carregava os ossos ao seu lado

Composição: Ruoja