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Lamento a Atatürk

Aþýk Veysel Þatýroðlu

Atatürk'e Aðýt

Aðlayalým Atatürk'e
Bütün dünya kan aðladý
Baþboða olmuþtu mülke
Geldi ecel can aðladý

Þüphesiz bu dünya fani
Tanrý'nýn aslaný hani
Ýnsi cinsi cem'i mahluk
Hepisi birden aðladý

Doðu batý cenup þimal
Aman tanrým bu nasýl hal
Atatürk'e erdi zeval
Yas çekip nevsen aðladý

Ýskender-i Zulkarneyn
Çalýþmadý bunca leðin
Her millet Atatürk deyi
Cemiyet-i akvam aðladý

Atatürk'ün eserleri
Söylenecek bundan geri
Bütün dünyanýn her yeri
Ah çekti vatan aðladý

Fabrikalar icad etti
Atalýðýn ispat etti
Varlýðýn Türk'e terk etti
Döndü çark devran aðladý

Bu ne kuvvet bu ne kudret
Varýdý bunda bir hikmet
Bütün Türkler Ýnönü Ýsmet
Gözlerinden kan aðladý

Tren hattý tayyareler
Türkler giydi hep kareler
Semerkand'ý Buhara'lar
Ýþitti her yan aðladý

Siz sað olun Türk gençleri
Çalýþanlar kalmaz geri
Mareþal Fevzi'nin askerleri
Ordular teðmen aðladý

Zannetme aðlayan gülmez
Aslan yataðý boþ kalmaz
Yalýnýz gidenler gelmez
Felek-el mevt'in elinden
Her gelen insan aðladý

Uzatma Veysel bu sözü
Dayanmaz herkesin özü
Koruyalým yurdumuzu
Dost deðil düþman aðladý

Lamento a Atatürk

Lamento a Atatürk
O mundo todo sangra
A terra ficou sem dono
A morte chegou, a vida sangra

Sem dúvida, este mundo é passageiro
Cadê o leão de Deus?
Toda a humanidade, todos os seres
Todos de uma vez sangraram

Leste, oeste, sul e norte
Meu Deus, como estamos?
Atatürk sofreu a queda
Chorando, a nova geração sangra

Alexandre, o de dois chifres
Não trabalhou tanto assim
Cada povo diz Atatürk
A sociedade das nações sangra

As obras de Atatürk
Não há como não falar delas
Em todos os cantos do mundo
Ah, a pátria geme e sangra

Ele criou fábricas
Provou a herança
Deixou a existência para os turcos
O ciclo da vida se reverteu

Que força é essa, que poder?
Há uma sabedoria nisso
Todos os turcos, İsmet İnönü
Sangram pelos olhos

Linhas de trem, aviões
Os turcos sempre em quadrados
Samarkand e Bukhara
Ouviram em toda parte sangrar

Vocês, jovens turcos, fiquem firmes
Os que trabalham não ficam para trás
Os soldados do Marechal Fevzi
As tropas marcham e sangram

Não pense que quem chora não ri
O leão não fica sem leito
Apenas os que vão não voltam
Na mão da morte, o destino
Todo ser humano sangra

Não prolongue, Veysel, essa palavra
Ninguém aguenta essa dor
Vamos proteger nossa terra
Não é amigo, é inimigo que sangra

Composição: