Talih, Çile, Kader
Talih, çile, kader sözü bir etmiþ
Her nereye gitsem gezer peþimde
Kalemi fethetmiþ, ne þikar etmiþ
Tuttu baðladýlar yedi yaþýmda
Hiç razý deðilim ben bu kaderden
Birlikte doðmuþuz subh-u pederden
Baþým hali deðil gamdan kederden
Kusur bende miydi yoksa iþimden
Yalvarsam kadere yardým etmez mi
Yeter bu çektiðim derdim yetmez mi
Nice kara günler gördüm gitmez mi
Bir fark yoktur yazýn ile kýþýnda
Gülmedim dünyada gülenler gülsün
Derdim yüreðimde eller ne bilsin
Ýsterse dünyasý ziynetle dolsun
Ayrýlýk gözümde ölüm baþýmda
Tecellim tersine çalmýþ kalemi
Önünden gülmeyen sonra güler mi
Veysel benim çekeceðim çile mi
Gelmiþ ölüm ecel bekler baþýmda
Sorte, Sofrimento, Destino
Sorte, sofrimento, destino é só uma palavra
Por onde eu vou, ela me persegue
A caneta conquistou, o que ela fez?
Me prenderam quando eu tinha sete anos
Não aceito esse destino, não
Nascemos juntos, sob a luz do pai
Meu estado não é de tristeza ou dor
Foi culpa minha ou era só meu trabalho?
Se eu implorar, o destino não vai ajudar?
Já chega de sofrer, não é suficiente?
Quantos dias sombrios eu já vi, não vão passar?
Não há diferença entre o verão e o inverno
Não ri, que os que riem que riam
Minha dor está no coração, o que as mãos sabem?
Se quiser, que o mundo se encha de joias
A separação é a morte que me espera
Meu destino toca a caneta ao contrário
Quem não sorri na frente, vai rir depois?
Veysel, será que é isso que eu vou sofrer?
A morte já chegou, a hora me espera.