Aþkýn Beni Elden Ele Gezdirdi
Aþkýn beni elden ele gezdirdi
Çok dolandým bulamadým eþini
Beni candan usandýrdý bezdirdi
Tuzlu imiþ yiyemedim aþýný
Benim ile gezdin beni arattýn
Beraber oturup beraber yattýn
Türlü türlü güllerinden koklattýn
Aþýk ettin gule bülbül kuþunu
Altmýþ iki yýldýr seni ararým
Tukendi sabrým yoktur kararým
Daða taþa kurda kuþa sorarým
Kimse bilmez hikmetini iþini
Her millete birer yüzden göründün
Kendini sakladýn sardýn sarýndýn
Bu dünyayý sen yarattýn girindin
Her nesnede gösterirsin nakþýný
Görenlere açýk körlere gizli
Kimine göründün oruç namazlý
Veysel'e göründün cilveli nazlý
Tutan býrakýr mý senin peþini
A Mão Que Me Guiou
A mão que me guiou
Andei tanto, não encontrei meu par
Me deixou cansado, me fez sofrer
Não consegui saborear o amor, é salgado
Você andou comigo, me fez procurar
Sentamos juntos, deitados a sonhar
Com suas flores, me fez respirar
Me fez apaixonar, o rouxinol a cantar
Há sessenta e dois anos te procuro
Perdi a paciência, não tenho mais futuro
Pergunto a pedras, ao lobo, ao passarinho
Ninguém sabe o mistério do seu caminho
A cada povo, você se apresentou
Se escondeu, se envolveu, se disfarçou
Você criou este mundo, se manifestou
Em cada objeto, sua arte se mostrou
Para os que veem, é claro, para os cegos, é oculto
Para alguns, você aparece, reza e é culto
A Veysel, você apareceu, cheia de charme
Quem segura seu véu, será que se afasta?