Une Journée Chez Le Diable
Refrain
Une journée chez le diable
Epaisse fumée dans le corps
Quand la voix de ma conscience me crie : '' Sort ! Sort ! ''
Une journée chez le diable
Une journée chez le diable
J'espère un extrait d'modestie
Ma propre estime altérée par le poids des regrets
Plus d'civilités, j'avoue mes propres crimes
Bénin, tout ça c'est grave pour que je signe de mes mains mes aveux
Et travers, consignés au fond de ces quelques lignes bleues
Nuit à Médine et à fantastique prétend envahir les esprits
Comme Salah Edin
Sur le mur la moquette j'sors mon cahier
Prépare mes roquettes et un cocktail d'zeb, afin d'booster mes rimes
Ainsi naît l'shit squad et sur c'track j'ai bien rit
4 ans après j'perçois c'truc comme une démagogie
Pire qu'une semaine de petits, ces gosses de 10 piges
Ecrivant sur les murs « Vive la fumette » et « J'encule la police »
On mitige avec des arguments aussi nazes que l'titre
Aussi facile qu'on incite des mômes à briser des vitres
Une journée chez Plisse pété on s'croit fort
On s'érige, on pactise 666 et nos cœurs faiblissent
Comme les jeunes qui boostent notre sort
A qui on vend des disques et par la sottise de nos rimes
On fait prendre des risques
Colombe à 6 signes Incarcéré, guettant, notre abus l'signe
Ma plume saigne étant cet Etat
J'sème des récits de teigne
Le bien qu'on m'enseigne
361, manifs et spins
Le savoir s'partage
Sinon j'vaux pas mieux qu'un stupide skin
Si j'te dis ça, quelque chose s'est cassé
Au fond de mon cœur j'ai le souvenir
Le goût amer, pour avoir passé une journée chez l'diable
Refrain
Une journée chez le diable
Epaisse fumée dans le corps
Quand la voix de ma conscience me crie : '' Sort ! Sort ! ''
Une journée chez le diable
Une journée chez le diable
Ma vie se déroule comme un chemin sinueux
Ce que j'insinue c'est que le calciné
Paru dans le cerveau chassant le cosinus
Mon pote est (marié) de me voir si nul
Moi, ça me rendait malade de voir des feuilles ainsi nues
Quelque part entre terre brûlée et thar brûlé, aux sales murs à l'acculer
Pour trop de têtes brûlés, traînées, trop de traîtres brûlés
Tu vois le bagage d'mal qu'un hamal peut véhiculer
Dans le délire, cet esprit pouvant ainsi circulé
Et l'innocence trop percutée dans la mire, dans la cire moulée
Le jour de la rédemption je les verrai fuir le navire
Loin de moi ces enculés qui se frottent les mains devant nos dérives
Tenant en compte cumulé nos erreurs pour plus tard justifier la lessive
Où est le ciel quand je passe une nuit dans leurs gîtes
A braquer les familles pauvres et à agresser les petites
Je relève la tête pour les conneries que j'ai écrite
Sincèrement je demande pardon à ces lignes
Aussi fort que je pisse sur les livres de Céline
Rap spleen, subliminal message supprime
Donc j'écris pour que ce paragraphe porte
Quand des démons patientent assis devant ma porte
A l'affût de mes fautes futurs et mes dérobes
Quand je laisse tomber mes combats lâches comme mes robes
Sept après Mat et Métèque j'affronte les mêmes cohortes dans mes thèmes
Vois autour les couleurs vives s'éteignent
La thème de l'avenir est terne, que puis-je y faire ?
Je vois en face le mur bâtit de fer et les rêveries avortent
Pourquoi la simplicité…sûrement la franchise est morte
C'est trop facile, en parole, de ruiner la vie des autres
Je pourrais pas revenir en arrière mais j'espère expier mes fautes
Prostré sur ma feuille et mes prières
Refrain
Um Dia com o Diabo
Refrão
Um dia com o diabo
Fumaça densa no corpo
Quando a voz da minha consciência grita: 'Sai! Sai!'
Um dia com o diabo
Um dia com o diabo
Espero um pouco de humildade
Minha própria estima afetada pelo peso dos arrependimentos
Sem mais civilidades, confesso meus próprios crimes
Banal, tudo isso é sério pra eu assinar com minhas mãos meus pecados
E os erros, registrados no fundo dessas poucas linhas azuis
Noite em Medina e o fantástico tenta invadir as mentes
Como Salah Edin
Na parede o tapete, tiro meu caderno
Preparo meus foguetes e um coquetel de zé, pra dar um gás nas minhas rimas
Assim nasce a shit squad e nesse som eu ri pra caramba
Quatro anos depois vejo isso como uma demagogia
Pior que uma semana de moleques, essas crianças de 10 anos
Escrevendo nas paredes 'Viva a maconha' e 'Eu xingo a polícia'
A gente atenua com argumentos tão fracos quanto o título
Tão fácil quanto incentivar os pivetes a quebrar vidros
Um dia com Plisse chapado, a gente se acha forte
A gente se ergue, faz pacto 666 e nossos corações enfraquecem
Como os jovens que impulsionam nosso destino
A quem vendemos discos e pela burrice das nossas rimas
A gente faz correr riscos
Pomba com 6 sinais, encarcerado, vigiando, nosso abuso é o sinal
Minha caneta sangra sendo esse Estado
Planto histórias de raiva
O bem que me ensinam
361, manifestações e spins
O saber se compartilha
Senão não valho mais que um idiota
Se eu te digo isso, algo quebrou
No fundo do meu coração eu tenho a lembrança
O gosto amargo, por ter passado um dia com o diabo
Refrão
Um dia com o diabo
Fumaça densa no corpo
Quando a voz da minha consciência grita: 'Sai! Sai!'
Um dia com o diabo
Um dia com o diabo
Minha vida se desenrola como um caminho sinuoso
O que insinuo é que o queimado
Apareceu no cérebro expulsando o cosseno
Meu amigo é (casado) de me ver tão inútil
Isso me deixava doente ver folhas assim nuas
Em algum lugar entre terra queimada e o queimar, nas paredes sujas
Por causa de muitas cabeças quentes, arrastadas, muitos traidores queimados
Você vê a bagagem de mal que um hamal pode carregar
Na loucura, essa mente podendo assim circular
E a inocência muito atingida na mira, na cera moldada
No dia da redenção eu os verei fugir do navio
Longe de mim esses filhos da mãe que esfregam as mãos diante das nossas derivas
Levando em conta acumuladas nossas falhas pra depois justificar a lavagem
Onde está o céu quando passo uma noite nos seus abrigos
Assaltando famílias pobres e agredindo os pequenos
Eu levanto a cabeça pelas besteiras que escrevi
Sinceramente peço perdão a essas linhas
Tão forte quanto eu mijo nos livros do Céline
Rap spleen, mensagem subliminar apaga
Então escrevo pra que esse parágrafo tenha peso
Quando demônios esperam sentados na minha porta
À espreita dos meus futuros erros e minhas escapadas
Quando deixo cair minhas lutas covardes como meus vestidos
Sete depois de Mat e Metèque enfrento as mesmas tropas nos meus temas
Veja ao redor as cores vivas se apagam
O tema do futuro é sombrio, o que posso fazer?
Vejo à frente o muro feito de ferro e os devaneios abortam
Por que a simplicidade... com certeza a franqueza morreu
É muito fácil, em palavras, arruinar a vida dos outros
Não posso voltar atrás, mas espero expiar meus erros
Prostrado na minha folha e minhas orações
Refrão