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Cárcere da Mente

Akramen

Carcel de La Mente

Buscando una salida hacia el fin de este juego, el muerto maldice ahogando sus recuerdos
Atrapado por la cárcel de la mente busca como escapar cuando ya conoce la muerte.

Millones de hilos controlan su accionar, convertido en una marioneta destinada al azar
No recuerda si realmente nació o si siempre estuvo aquí, no recuerda la luz del sol ni el viento en su sentir.

No busques la salida porque no la encontraras,
Aunque fueras de otro lugar, jamas escaparas

En la cárcel de la mente todo puede ser un juego
Hasta que alguien despierte para terminar el juego

Pasillos sin fin, celdas guardias y armas, a través de miles de almas y alambradas
El muerto maldice buscando algún sentido, atrapado por sus pensamientos busca explicar la razón de sus sentimientos

Sombras carceleras lo observan pasar, para ellas que nunca han sentido todo es fácil de olvidar
El muerto se pregunta te has puesto a pensar como llegaste ¿Quién te obliga a consumirte acá?

Cárcere da Mente

Buscando uma saída pro fim desse jogo, o morto amaldiçoa afogando suas memórias
Atrapado na prisão da mente, procura como escapar quando já conhece a morte.

Milhões de fios controlam suas ações, transformado em uma marionete destinada ao acaso
Não lembra se realmente nasceu ou se sempre esteve aqui, não se recorda da luz do sol nem do vento em seu sentir.

Não busque a saída porque não vai encontrar,
Mesmo que venha de outro lugar, nunca vai escapar.

Na prisão da mente tudo pode ser um jogo
Até que alguém acorde pra acabar com o jogo.

Corredores sem fim, celas, guardas e armas, através de milhares de almas e cercas
O morto amaldiçoa buscando algum sentido, preso em seus pensamentos, tenta explicar a razão de seus sentimentos.

Sombras prisioneiras o observam passar, pra elas que nunca sentiram, tudo é fácil de esquecer
O morto se pergunta: você já parou pra pensar como chegou aqui? Quem te obriga a se consumir aqui?

Composição: