Nachal'nik farforovoj bashni
Nachal'nik farforovoj bashni,
Chasami ot porokha p'ian.
Zhretsy izdykhaiut na pashne,
I s golodu b'iut v baraban.
A on, polunochnyj mechtatel',
S chasami na dlinnom remne,
Vse probuet rozgi na ch'em-libo mozge,
I shlet provozhatykh ko mne.
A chto mne s takogo rasklada?
Ia vesel ot zapakha ryb.
I tam, gde rechnaia prokhlada,
Ia stroiu cvoj khram iz kory.
Ia chesti takoj nedostoin,
Ia schastliv, chto tam, vdaleke,
Bredet priblizitel'nyj voin
S moim podsoznan'em v ruke.
Ia chesti takoj nedostoin,
Ia schastliv, chto tam, vdaleke,
Bredet priblizitel'nyj voin
S butylkoj portvejna v ruke.
Chefe da Torre de Porcelana
Chefe da torre de porcelana,
Com horas de porre, eu tô.
Os zé ruela tão morrendo no campo,
E com fome batem no tambor.
E ele, sonhador da meia-noite,
Com horas no longo remendo,
Vai provando as varas em qualquer lugar,
E manda os que vão embora pra mim.
E o que eu faço com essa situação?
Tô feliz com o cheiro de peixe.
E lá onde a brisa do rio passa,
Eu construo meu templo de casca.
Eu não mereço tanta honra,
Tô feliz que lá, longe,
Um guerreiro aproximado divaga
Com meu subconsciente na mão.
Eu não mereço tanta honra,
Tô feliz que lá, longe,
Um guerreiro aproximado divaga
Com uma garrafa de vinho na mão.