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Estrela de Belém

Alan Bernardes

LetraSignificado

    Vamos saudar o menino
    Nasce o pequeno gentil
    É o divino latino
    Fruto da terra Brasil
    Tambor batuca anuncia
    Interfere a astronomia

    Rei mago que se confundiu
    Rei mago que se confundiu

    Estrela brilhando em Belém
    Já nasceu o neném e o menino floriu
    Estrela brilhando em Belém
    Já nasceu o neném e o cachorro latiu

    Saberes passeiam na rua
    Sabores no chão da floresta
    São Jorge pisando na Lua
    São Pedro cuidando da pesca

    Tem Pirarucu, Tambaqui
    Tem Tucumã, Tem Tucupi
    Farinha, Maniva, Acari
    Cacau, Caranguejo, Açaí

    Com a moça de Marajó já dançou Carimbó numa terra tupi
    Com a moça de Marajó já dançou Carimbó numa terra tupi

    Vou seguir, pai
    Ê la iê lá iê laiá
    Ê la iê lá iê laiá
    Ê la iê lá iê laiá
    Ê la iê lá iê laiá

    Os magos na pura galhofa
    Um diz dos poderes da mirra
    Com a boca cheia de farofa
    Assou peixe e fumou birra

    Curvou-se no leito do Rio
    Sereno menino vadio
    Curvou-se no leito do Rio
    Sereno menino vadio

    Estrela brilhante passeia
    Acende o caminho pra mim
    Os reis ouviram a sereia
    E esqueceram do curumim
    Baltazar deitou pela praça
    Belchior bebeu cachaça

    Na graça de um belo arrebol
    Na graça queimado de Sol

    Quem cuida de nós nunca falha
    Meu canto navalha é pior que cerol
    Quem cuida de nós nunca falha
    Meu canto navalha é pior que cerol

    Segue o Sol, pai
    Ê la iê la iê la iá
    Ê la iê la iê la iá
    Ê la iê la iê la iá
    Ê la iê la iê la iá

    Na bola de gude ou marimba
    A linha que amarra a lata
    A flecha que me fura a pipa
    Pertence ao caboclo da mata

    Adoça o subúrbio e o vagão
    Dia de Cosme e Damião
    Menino pivete que sou
    Pivete menino que sou

    Quanto mais meu mundo se expande levo Campo Grande por onde eu for
    Quanto mais meu mundo se expande levo Campo Grande por onde eu for

    Pelas canoas sem rumo
    Os ventos que levam perfume
    Foi quando a flor virou fumo
    Observando costumes
    Nos bares velhos botequins
    Foi do Chuí ao Tocantins

    Benzendo os meninos de fé
    Os filhos de nossa maré
    Caipora, Iara e Boto
    O fruto maroto e a floresta de pé

    Benzendo os meninos de fé
    Os filhos de nossa maré
    Caipora, Iara e Boto
    O fruto maroto e a floresta de pé

    Tenho fé, pai
    Ê la iê lá iê laiá
    Ê la iê lá iê laiá
    Ê la iê lá iê laiá
    Ê la iê lá iê laiá
    Ê la iê lá iê laiá
    Ê la iê lá iê laiá


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