Armadura de Papel
Y si te preguntas
Si, ¿Hay algo mal conmigo?
Es que me faltas vos
Y al mundo le falta un amigo
Y no es que no esté agradecido
De las millones de aventuras
Vividas con vos, los paseos al Sol
Y tú forma de mirarme
Porque creo que es cosa humana no poder soltar
Por eso hicimos cuentos para acurrucar
Los miedos que se alojan en la piel
La tristeza de ya no volverte a ver
Creo que es cosa humana no poder volar
Por eso fue que hicimos alas de metal
Más la ausencia nunca deja de doler
Llevo tú huella, mi armadura de papel
Y sigo siendo yo, aquel que siempre he sido
Un par más de cicatrices
Que más se notan cuando río
Y perdón si desconfío
De los que dicen que con tiempo
Me voy a olvidar, yo te pienso llevar
Hecho de luz al lado mío
Porque creo que es cosa humana no poder soltar
Por eso hicimos sogas, para no volar
Porque el miedo de ya no poder volver
Fue más fuerte que cualquier atardecer
Creo que es cosa humana volver a intentar
Por eso hoy te canto para dibujar
Tú huella aunque no la pueda ver
Llevo el refugio, mi armadura de papel
Llevo el refugio, mi armadura de papel
Armadura de Papel
E se você se pergunta
Se tem algo errado comigo?
É que você me faz falta
E ao mundo falta um amigo
E não é que eu não seja grato
Pelas milhões de aventuras
Vividas com você, os passeios ao Sol
E seu jeito de me olhar
Porque acho que é coisa de humano não conseguir soltar
Por isso fizemos contos para acalentar
Os medos que se alojam na pele
A tristeza de não te ver mais
Acho que é coisa de humano não conseguir voar
Por isso fizemos asas de metal
Mas a ausência nunca deixa de doer
Carrego sua marca, minha armadura de papel
E continuo sendo eu, aquele que sempre fui
Mais algumas cicatrizes
Que mais aparecem quando rio
E desculpa se desconfio
Dos que dizem que com o tempo
Vou esquecer, eu vou te levar
Feito de luz ao meu lado
Porque acho que é coisa de humano não conseguir soltar
Por isso fizemos cordas, para não voar
Porque o medo de não poder voltar
Foi mais forte que qualquer pôr do sol
Acho que é coisa de humano tentar de novo
Por isso hoje te canto para desenhar
Sua marca mesmo que eu não possa ver
Carrego o refúgio, minha armadura de papel
Carrego o refúgio, minha armadura de papel
Composição: Jero Romero, Alan Sutton