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Pequena Criatura da Ansiedade

Alan Sutton y las criaturitas de la ansiedad

Criaturita de la Ansiedad

Suena la campana
Que te dice el recreo terminó
Por favor no hagas escándalo

Suena la alarma
Te despierta de tu sueño tan azul
Sin dejar ningún rastro

No es tan fácil salir, no es tan fácil dejar atrás
No es tan fácil vivir, no es tan fácil dejar transformar

Soy una criaturita de la ansiedad
Busco siempre formas para estimularme
Comentan las ovejas de la línea B
¿A dónde llegaré?

Una víctima fatal sin donde reposar
Pospongo mi presente a cambio de nada
Comentan las hojitas de mi taza dе té
¿A dónde llegaré?

Miro de rеojo
A los otros que son iguales a mí
Jugando al juego de sobrevivir

Van al lado mío
Y las luces de colores por doquier
Tampoco los dejan dormir

Quiero que me digas la verdad
¿Qué es lo que vos ves cuando me ves?

Soy una criaturita de la ansiedad
Busco siempre formas para distraerme
Comentan las hormigas de las vías del tren
¿A dónde llegaré?

Y se irán yendo los días de nuestra juventud
Seremos un chispazo en la memoria del tiempo
Un patético lamento del chiste de Dios

Pero te tengo a vos
Y tal vez, algún día

Un sabor, un color, un poema
Te traiga de vuelta
Y a lo mejor venís viajando en el tiempo

Y me sacás nuevamente del sueño
Y despertás, otra vez, en mí

Mi juventud

Pequena Criatura da Ansiedade

O sino toca
Que te avisa que o recreio acabou
Por favor, não faça escândalo

O alarme toca
Te acorda do seu sonho tão azul
Sem deixar nenhum rastro

Não é tão fácil sair, não é tão fácil deixar para trás
Não é tão fácil viver, não é tão fácil se transformar

Sou uma pequena criatura da ansiedade
Sempre procurando maneiras de me estimular
As ovelhas da linha B comentam
Para onde eu irei?

Uma vítima fatal sem onde descansar
Adio meu presente em troca de nada
As folhinhas da minha xícara de chá comentam
Para onde eu irei?

Olho de soslaio
Para os outros que são iguais a mim
Jogando o jogo de sobreviver

Eles vão ao meu lado
E as luzes coloridas por toda parte
Também não os deixam dormir

Quero que me diga a verdade
O que você vê quando me vê?

Sou uma pequena criatura da ansiedade
Sempre procurando maneiras de me distrair
As formigas dos trilhos do trem comentam
Para onde eu irei?

E os dias de nossa juventude irão passando
Seremos um lampejo na memória do tempo
Um lamento patético da piada de Deus

Mas eu tenho você
E talvez, um dia

Um sabor, uma cor, um poema
Te traga de volta
E talvez você venha viajando no tempo

E me tire novamente do sonho
E acorde, mais uma vez, em mim

Minha juventude

Composição: Alan Sutton Y Las Criaturitas de La Ansiedad