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Era una paica papusa

Alberto Vaccarezza

Letra

Era uma garota esperta

Era una paica papusa

Era uma garota esperta,Era una paica papusa,
cheia de charme e espertezaretrechera y rantifusa
que aguentava a barraque aguantaba la marruza
sem reclamar até o fim.sin protestar hasta el fin.
Era um cara discreto,Era un garabo discreto,
sem jeito e analfabetoverseador y analfabeto
que tratava com respeitoque trataba con respeto
a dona do cortiço.a la dueña del bulín.

"Isso não é vida", diziaEsto no es vida decía
a moça, noite e diala percanta, noche y día
e de ciúmes se mordiay de celos se mordía
quando via amigascuando amigas veía
de chapéus de palha,con sus sombreros de paja
muita seda, muita joia,mucha seda, mucha alhaja,
"por que se ninguém trabalha¿por qué si nadie trabaja
só eu tenho que trabalhar?"sólo yo he de trabajar?

E aquele cortiço tão simplesY aquel bulín tan sencillo
do alegre conventinhodel alegre conventillo
pouco a pouco perdeu o brilhopoco a poco perdió el brillo
e a inveja começou a roery entró la envidia a roer
e, numa noite, uma daquelasy, una noche, una de aquellas
noites tranquilas e belasnoches tranquilas y bellas
em que todas as estrelasen que todas las estrellas
se mostram ao mundo pra ver.se asoman al mundo a ver.

Aquela garota esperta,Aquella paica papusa,
cheia de charme e espertezaretrechera y rantifusa
que aguentava a barraque aguantaba la marruza
sem reclamar até o fim,sin protestar hasta el fin,
se viu no espelho lindase vio en el espejo hermosa
e, decidida, a invejosay, resuelta, la envidiosa
pegou suas coisas, nervosaató sus pilchas, nerviosa
e saiu do cortiço.y se espiantó del bulín.

Chegou o cara na noiteLlegó el garabo en la noche
e ao não vê-la, nem um reprochey al no verla, ni un reproche
dos seus lábios escapou.de sus labios se escapó.
Pensou em seu amor um momento,Pensó en su amor un momento
pulsou depois o instrumentopulsó luego el instrumento
e pra aliviar seu tormentoy pa' aliviar su tormento
cantou suas penas ao vento,cantó sus penas al viento,
e o vento... levou tudo embora.y el viento... se las llevó.

Passou um dia e outro dia,Pasó un día y otro día,
e a garota não voltava,y la paica no volvía,
porque o mundo a absorviaporque el mundo la absorbía
com sua ostentação...con su vana ostentación...
E cantava e riaY cantaba y se reía
do mundo e sua algazarradel mundo y su algarabía
mas sua risada era friapero su risa era fría
porque, ao rir, pareciaporque, al reír parecía
que sua alma estava vaziaque estaba su alma vacía
e vazio o coração.y vacío el corazón.

Aquela garota que um diaAquella paica que un día
rainha foi da alegriareina fue de la alegría
e do mundo se riay del mundo se reía
com sua risada artificial.con su risa artificial.
Triste e sozinha em sua agonia,Triste y sola en su agonía,
como a tarde, morriacomo la tarde, moría
na cama branca e friaen la cama blanca y fría
de um hospital gelado e branco.de un frío y blanco hospital.


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