Tradução gerada automaticamente
Maldonado
Alberto Vaccarezza
Maldonado
Maldonado
Saúde! meu córrego do Maldonado,¡Salud! mi arroyo del Maldonado,
meu velho amigo da quebrada.mi viejo amigo del arrabal.
Hoje que tô triste venho ao seu ladoHoy que estoy triste vengo a tu lado
pra te cantar toda a minha dor.para cantarte todo mi mal.
Desde pequeno brinquei nas suas águasDesde cachorro jugué en tus aguas
e foi no seu bairro que eu cresci,y fue en tu barrio que yo me crié,
e me perdi em algumas saiasy me perdieron unas enaguas
do mesmo barro em que me formei.del mismo barro en que me amasé.
Seguindo só minha burrada,Siguiendo sólo mi metedura,
sans pena alguma te abandoneisin pena alguna te abandoné
e cego pela sua belezay enceguecido por su hermosura
pra dar luxo até roubei.por darle lujo hasta robé.
Como no tempo da minha condenaComo en el tiempo de mi condena
nunca a ingrata veio me ver,jamás la ingrata me vino a ver,
nas suas margens, como alma penada,en tus orillas, como alma en pena,
busco o esquecimento dessa mulher.busco el olvido de esa mujer.
Você, que em silêncio foi testemunhaVos, que en silencio fuiste testigo
de mil tragédias de ódio e amor,de mil tragedias de odio y amor,
diga-me onde, meu velho amigo,decime dónde, mi viejo amigo,
se encontra a causa da minha dor.se halla la causa de mi dolor.
diga-me, córrego, porque esse fardoDecime, arroyo, porque este carro
da minha existência me fez saber,de mi existencia me ha hecho saber,
que aquele que um dia deixou seu barroque aquel que un día dejó tu barro
mais cedo ou mais tarde vem te ver.tarde o temprano te viene a ver.



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