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Voltei para o Bar

Albertucho

Volvi a la Barra

Te separaste de mí aquella noche
se te nubló el cristal de esas gafas que nunca te pones.

Tú desmoronas al ser que taciturno
solidifica el calor y en tus cumbres te empuja to' bruto.

Te separaste y ayer… volví a la barra.
Que los colores de su madera me salvaguardan.
Esclavo de una prisión, sin óxido pecador,
sin uñas de arañar nuestra confianza.

El mundo loco paró, cogí el Vespino
y me fuí y acepté la pedida de fuera de sitio.

Y como un cerdo bebí en mi azotea,
se olvidaron los tendederos de hacer el viento con sus banderas.

Te separaste y ayer… volví a la barra.
Que los colores de su madera me salvaguardan.
Esclavo de una prisión, sin óxido pecador,
sin uñas de arañar nuestra confianza.

No me importaron las maletas de amnistía,
ni las palabras que no he dicho todavía.
No me paré a seducir a las aceras,
ni a las morenas que se cruzan, ¡ni siquiera!.

Rompimos vasos, pillamos grifa…
y hasta el colchón se olvidó de tu sonrisa.

Te separaste y ayer… volví a la barra.
Que los colores de su madera me salvaguardan.
Esclavo de una prisión, sin óxido pecador,
sin uñas de arañar nuestra confianza.

Pero sin uñas de arañar nuestra confianza,
y que sin uñas de arañar nuestra confianza…

Voltei para o Bar

Você se separou de mim naquela noite
seu olhar ficou embaçado com aqueles óculos que você nunca usa.

Você desmorona o ser que é calado
solidifica o calor e nas suas alturas te empurra todo bruto.

Você se separou e ontem… voltei para o bar.
Que as cores da madeira me protegem.
Escravo de uma prisão, sem óxido pecador,
sans unhas para arranhar nossa confiança.

O mundo louco parou, peguei a motinha
e fui e aceitei a proposta de fora de lugar.

E como um porco bebi na minha laje,
esqueceram os varais de fazer vento com suas bandeiras.

Você se separou e ontem… voltei para o bar.
Que as cores da madeira me protegem.
Escravo de uma prisão, sem óxido pecador,
sans unhas para arranhar nossa confiança.

Não me importei com as malas de anistia,
nem com as palavras que ainda não disse.
Não parei para seduzir as calçadas,
nem as morenas que cruzam, nem pensar!.

Quebramos copos, pegamos um baseado…
e até o colchão esqueceu do seu sorriso.

Você se separou e ontem… voltei para o bar.
Que as cores da madeira me protegem.
Escravo de uma prisão, sem óxido pecador,
sans unhas para arranhar nossa confiança.

Mas sem unhas para arranhar nossa confiança,
e que sem unhas para arranhar nossa confiança…

Composição: