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Que se calem os profetas

Albertucho

Que se callen los profetas

Que despeinando sin motivos no hay destino, que posao en mi camino rebelde que a mi falta de realidad

que si abrazo es porque quiero
malo o bueno yo decido mi quehacer
y no quiero vistas y desde fuera de mi piel

Escusa vieja voy a aceptar que hay una fuerza
que controla tu verdad
que mas misterios hay en tus ojos niña
que en el cielo y en el mar
y caigo al fondo de un siniestro que es tan nuestro
como de la humanidad
y toco fondo,no respiro, me estremezco
pero huelo a soledad

Pero huelo a soledad
y voy haciendo el camino
con el mismo cemento
que expulsa de dentro el que no tiene sino
Pero huelo a realidad
y sigo siendo una estafa
que se vuelve locura
las noches oscuras y te vende el presente
y le da de comer

Si miro al cielo y no hay figuras en las nubes
para que mi respirar
si veo que daño los oidos del poeta
más me gusta mi cantar
y lo de dentro no es un cuento, es escarmiento
y falta de honestidad
y que se callen los profetas
que mi incrédula viñeta no quiere saber si hay mas
que no le importa el que vendrá

Que no le importa el que vendrá
y voy haciendo el camino
con el mismo cemento
que expulsa de dentro el que no tiene sino
pero huelo a realidad
y sigo siendo una estafa
que se vuelve locura
las noches oscuras y te vende el presente

Pero huelo a soledad
y voy haciendo el camino
con el mismo cemento
que expulsa de dentro el que no tiene sino
pero huelo a realidad
y sigo siendo una estafa
que se vuelve locura
las noches oscuras y te vende el presente
y le da de comer

El mundo lucha por tesoros,estandartes
religiones y demás
y me aplasta las palabras con sus besos
un gran monstruo material
y la mas absurda compra come y muere
deformes bailan al son
un imbécil de infelices ignorantes
que no tienen opinion

Muere sangrante la inquietud
y voy haciendo el camino
con el mismo cemento
que expulsa de dentro el que no tiene sino
pero huelo a realidad
y sigo siendo una estafa
que se vuelve locura
las noches oscuras y te vende el presente

Pero huelo a soledad
y voy haciendo el camino
con el mismo cemento
que expulsa de dentro el que no tiene sino
pero huelo a realidad
y sigo siendo una estafa
que se vuelve locura
las noches oscuras y te vende el presente
y le da de comer

Que se calem os profetas

Que bagunçando sem motivos não há destino, que passou no meu caminho rebelde que à minha falta de realidade

que se eu abraço é porque quero
bom ou ruim eu decido meu fazer
e não quero olhares de fora da minha pele

Desculpa velha vou aceitar que há uma força
que controla sua verdade
que mais mistérios há em seus olhos, menina
que no céu e no mar
e caio no fundo de um sinistro que é tão nosso
quanto da humanidade
e toco fundo, não respiro, me estremeço
mas cheiro a solidão

Mas cheiro a solidão
e vou fazendo o caminho
com o mesmo cimento
que expulsa de dentro quem não tem senão
Mas cheiro a realidade
e sigo sendo uma fraude
que se torna loucura
as noites escuras e te vende o presente
e dá de comer

Se olho pro céu e não há figuras nas nuvens
pra que meu respirar
se vejo que machuco os ouvidos do poeta
mais gosto do meu cantar
e o que está dentro não é um conto, é castigo
e falta de honestidade
e que se calem os profetas
que minha incrédula vinheta não quer saber se há mais
que não se importa com o que virá

Que não se importa com o que virá
e vou fazendo o caminho
com o mesmo cimento
que expulsa de dentro quem não tem senão
mas cheiro a realidade
e sigo sendo uma fraude
que se torna loucura
as noites escuras e te vende o presente

Mas cheiro a solidão
e vou fazendo o caminho
com o mesmo cimento
que expulsa de dentro quem não tem senão
mas cheiro a realidade
e sigo sendo uma fraude
que se torna loucura
as noites escuras e te vende o presente
e dá de comer

O mundo luta por tesouros, estandartes
religões e afins
e me esmaga as palavras com seus beijos
um grande monstro material
e a mais absurda compra come e morre
deformes dançam ao som
um idiota de infelizes ignorantes
que não têm opinião

Morre sangrando a inquietude
e vou fazendo o caminho
com o mesmo cimento
que expulsa de dentro quem não tem senão
mas cheiro a realidade
e sigo sendo uma fraude
que se torna loucura
as noites escuras e te vende o presente

Mas cheiro a solidão
e vou fazendo o caminho
com o mesmo cimento
que expulsa de dentro quem não tem senão
mas cheiro a realidade
e sigo sendo uma fraude
que se torna loucura
as noites escuras e te vende o presente
e dá de comer

Composição: