Albrío
No sé dejar de mirar,
no quiero ser tu reflejo.
Solo me faltó entender
por qué te escondiste.
Y estoy, tal vez,
demasiado cerca para saber
si éste es el final...
o éste mi final.
Flores, hojas, ríos, cielos,
y todo para mi.
Actos tuyos enredan mi mente
para hacerme confundir.
El proximo paso a dar
está en otro cuento.
No sé cual es,
ni donde lo encuentro.
Y sol se fue consumiendo para
no volver a ver
a ese oscuro mal,
tu escondite ideal.
Los árboles dicen cosas,
y a mi no me importa
lo que dija tu boca.
Ahora voy en serio,
yo quiero silencio.
Disculpa la espera,
las causas son ciegas.
Tapé con tu sombra la mía
y embriagué de sudor mi piel.
Yo corrí
y alcancé tu silueta,
tan bella te creías.
Tropecé y me dejé caer...
Albrío
Não sei parar de olhar,
não quero ser seu reflexo.
Só me faltou entender
por que você se escondeu.
E estou, talvez,
demais perto pra saber
se este é o final...
ou este é meu final.
Flores, folhas, rios, céus,
e tudo pra mim.
Teus atos enredam minha mente
pra me fazer confundir.
O próximo passo a dar
está em outra história.
Não sei qual é,
nem onde eu encontro.
E o sol foi se consumindo pra
não voltar a ver
aquele mal sombrio,
seu esconderijo ideal.
As árvores dizem coisas,
e pra mim não importa
o que sua boca diz.
Agora vou falar sério,
eu quero silêncio.
Desculpa a espera,
as causas são cegas.
Cubri com sua sombra a minha
e embriaguei de suor minha pele.
Eu corri
e alcancei sua silhueta,
tão bela você se achava.
Tropecei e deixei-me cair...