395px

Pós-civilização

Alcalina

Post-civilización

La inmadura colonia se desvanece en su grito de libertad.
La música efervece cerebros blancos y el libro se hace cenizas.

Yace el cloro digno que enjuaga, la memoria es destituída.
Tachas oxidadas reemplazan la gomina, y la carne viva no sufre.

Cruzo la calle, el barrio no existe.
La arena erosiona las casas de chapa.
Distorsión, compresión, hipnotismo publicitario, fosforescencia
castrense, la inmunidad ilógica.
La sábana que cubre mi espalda cubierta de lágrimas permanece, y
el zócalo negro concluye en que todavía lo peor no ha llegado.
Amanece mi cerebro pero con cierta neblina.
Tus ojos en corrosión manifiestan tu locura.
Mis oídos se estremecen con sirenas de fondo.
Nuestras vidas son llevadas por las manos ¿del bien?

Pós-civilização

A imatura colônia se desfaz em seu grito de liberdade.
A música ferve cérebros brancos e o livro se transforma em cinzas.

Jaz o cloro digno que enxágua, a memória é destituída.
Tachas enferrujadas substituem a gomina, e a carne viva não sofre.

Cruzo a rua, o bairro não existe.
A areia erode as casas de chapa.
Distorsão, compressão, hipnotismo publicitário, fosforescência
militar, a imunidade ilógica.
A coberta que cobre minhas costas, cheia de lágrimas, permanece, e
o rodapé negro conclui que ainda o pior não chegou.
Amanhece em meu cérebro, mas com certa neblina.
Teus olhos em corrosão manifestam tua loucura.
Meus ouvidos tremem com sirenes ao fundo.
Nossas vidas são levadas pelas mãos do "bem"?

Composição: