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Assim Não Mais

AlcolirykoZ

Así No Más

Y va-mos a em-pezar a-sí no más
(Así no más)
Esta es una grabación con derechos reservados
Aunque las técnicas y estrategias han funcionado para otras personas
Nadie puede garantizar que funcionen para usted

Este es el combo, con doble porción de ingenio
Disciplina de barrio, concentración que parte cráneos
Abran, mi fórmula descalabra
A todo aquel que se asoma por estos lares con palabras

A esta edad de piedra, traje las piedras de mi edad
Mi obra evoluciona en nombre del rap
Somos el giro que rompió la tuerca
Jugamos a la rueda, rueda en el árbol en donde el pop se ahorca

Por obra y gracia del espíritu hardcore
Siempre es grande la fe que dirige a estos santos
Yo, somos la autonomía de culebreros
Trovadores, poetas, borrachos, y cuenteros

Así no más, la eterna cantaleta de los abuelos
Retahílas, refranes y todo lo que brota de este suelo
Decimos lo que decimos sin miedo al qué dirán
Otros dicen que con esta música no venderán

Y se van y vienen como un boomerang
Solo quieren fans porque aman la farándula
Y dicen que son underground, pero no les creas
Solo están haciendo bulla y morisquetas para que los veas

Así no más llegamos, reclamo lo que corresponde
Lo demás quédatelo pa' que presumás
Que aquí guardé también una resaca
Guiada por él ven (ven) deja que esto te cosiaque y ayude

A los seres de comunas, de barrigas cocas
Proteína callejera, ingrediente de estas coplas
De trova, verso y prosa traigo este cuaderno lleno de corotos
Rotos pensamientos pueden ser pa' otros

Con el rap también lleve sexo y saxofón
Donde importa más el contenido que tu imagen plagiador
Dónde quiere que le deje este producto
Si con-sidera que la música de escape es mi conducto

Así no más mostramos
Que estas frases tienen dueño libertad de calle
Esclavas del papel
Pues a los que desde sótanos hablan solo mis oídos les presté

Venga, pues y vea, acostúmbrese a la música del sueño amargo
Es por gusto propio, no hay temas por encargo
Así no más Alcolirykoz culebreros
Paisa descendiente, así comenzarán

Assim Não Mais

E vamos começar assim mesmo
(Assim não mais)
Essa é uma gravação com direitos reservados
Embora as técnicas e estratégias tenham funcionado para outros
Ninguém pode garantir que funcionem pra você

Esse é o combo, com uma dose dupla de criatividade
Disciplina de quebrada, concentração que parte cabeças
Abram espaço, minha fórmula descalabra
A todo aquele que aparece por aqui com palavras

Nessa idade da pedra, trouxe as pedras da minha idade
Minha obra evolui em nome do rap
Somos a reviravolta que quebrou a porca
Brincamos de roda, roda na árvore onde o pop se enforca

Por obra e graça do espírito hardcore
Sempre é grande a fé que guia esses santos
Eu, somos a autonomia dos contadores de histórias
Trovadores, poetas, bêbados e contadores de causos

Assim não mais, a eterna ladainha dos avós
Refrões, ditados e tudo que brota desse chão
Dizemos o que dizemos sem medo do que vão falar
Outros dizem que com essa música não vão vender

E vão e vêm como um bumerangue
Só querem fãs porque amam a fama
E dizem que são underground, mas não acredite
Só estão fazendo barulho e caretas pra te chamar

Assim não mais chegamos, reivindico o que é meu
O resto fica pra você se exibir
Que aqui também guardei uma ressaca
Guiada por ele vem (vem) deixa isso te tocar e ajudar

Aos seres das comunidades, de barrigas murchas
Proteína de rua, ingrediente dessas coplas
De trova, verso e prosa trago esse caderno cheio de tralhas
Pensamentos quebrados podem ser pra outros

Com o rap também levei sexo e saxofone
Onde importa mais o conteúdo que sua imagem plagiada
Onde quer que eu deixe esse produto
Se considera que a música de fuga é meu caminho

Assim não mais mostramos
Que essas frases têm dono, liberdade de rua
Escravas do papel
Pois aos que falam de porões só meus ouvidos lhes emprestei

Vem, então e veja, acostume-se à música do sonho amargo
É por gosto próprio, não há temas encomendados
Assim não mais Alcolirykoz contadores de histórias
Paisa descendente, assim começarão

Composição: Carlos Andres Fonnegra Restrapo, Juan Carlos Fonnegra Toro, Askahp