El Salón de La Injusticia
¿Eso estamos esperando?
Estamos esperando personas
¿Qué vengan a solucionar el problema que somos nosotros mismos?
Si ustedes los jóvenes no asumen la dirección de su propio país
Nadie va a venir a salvárselo, nadie, nadie
Estás ante pies... Guerra
Ahórrese los día-día-día-dialogos
Tierra del rebusque
Porque tú no cre-cre-crees
Esto no es un mi-mi-mito
Abundan los he′, los hechos
Los, los mueven con hilos
Pero igual les to-toca
Esto es un caso para los hermanos Dynamite
Aquí justicia no hay y si la compran no es de calidad
Esto no es como en el cine
Esto es sin efectos, sin expectativas, sin el récord Guinness
Concursamos en el precio es incorrecto
Los aplausos están grabados y las risas salen por defecto
Revolución publican en las redes
Y los cantantes son puras copias como los hijos de Diomedes
La razón elemental mi querido Watson
Hacen que un país con hambre tenga vista gorda
Son, investigados en Colombia es la oferta
El gobierno se regala y tus derechos cubren la hipoteca
La injusticia un salón de putas muy inevitable
Con impuestos o vacunas que son comparables
Una pista sus testigos no quieren comprenderlo
Les arreglan este pueblo, pero pa' venderlo
Mi país es un restaurante sin comedor
Entre comillas innovador, si abren el menú dice róbalo
Por aquí no se vio la ley
Se viola y se vio la constitución preñada y no sabe de quién
Se sospecha del gran colombiano
Por ser el mayor actor para cortometrajes de villanos
A History Channel lo revocamos
El término latino me suena cliché, chicle que no masticamos
Tengo la certeza, policía no incrimina
¿Será qué es el dinero el que cumple su rutina?
Televisión cuerda floja atando manos
La medicina alternativa y el perdón de los villanos
La religión reza al bolsillo nunca flaco
Le da lo mismo, feligreses muertos, pero con contrato
Todo lo que digas podrá ser usado en tu contra
Contra la pared se vende hasta un sindicato
Algunos raperos no entienden a simple vista
Que aquí no se resuelven casos, si no tienen buenas pistas
Esto es un retrato hablado, lo hacemos de la A a la Z
Porque aquí ni el crimen es organizado y yo no soy el alguacil
Soy algo así como un francotirador disparando desde un atril
Generación de coca coleros
Todo va según el plan
Pan y circo pa′ este pueblo
¡Tarán!
Sospecho de una huella, es la ley que presiona
Su declaración fue clara "a las patadas si funciona"
Cada cuatro años nace otro corrupto
La educación no sirve, solo quieren el producto bruto
Veinte de julio, independencia no me cuadra aquí
Si aún tenemos una tal España en Medellín
TLC el tiro en la culata
El progreso no sirvió pa' eso la pobreza sí, sigue intacta
Policías siguen esperando un héroe
Mientras que en esta serie nos roban el aire y nos venden la intemperie
Soy el ministro de asuntos interiores
Y les quito los brasieres a esas putas sin valores
Niños apaguen la tele
Si les duele no modelen y denle select al cerebelo o se les muere
Tengo una bala ¿En dónde la quiere?
Disparo verdades, salvarse no pueden
Ustedes son miles y tales fracasos se deben al miedo que tienen peleles
El que resuelve un caso cree ya saberlas todas
Poner revolución en ganchos pa' volverla moda
Lo que te prometen lo dañas con un voto
Candidatos si botaron al país con nosotros
Si pisar en falso es positivo ¿Dónde está el Estado?
Está donde lo pusiste pa′ tenerte acorralado
Nada engaña más que los hechos evidentes
No te infiltres héroe, sabemos tus antecedentes
Debe ser que no hemos asumido nuestra propia identidad
Volvamos atrás
Lo primero es lo más grave
Es que lo que nos enseñan a los colombianos
No tiene nada que ver con las necesidades que tenemos los colombianos
Nosotros nombramos funcionarios públicos
Funcionario público es para que le funcione al público
Y nosotros terminamos haciéndole venias
Es decir, todos sirviéndole a ellos, es un absurdo
Es un absurdo
O Salão da Injustiça
¿É isso que estamos esperando?
Estamos esperando pessoas
Que venham resolver o problema que somos nós mesmos?
Se vocês, jovens, não assumirem a direção do seu próprio país
Ninguém vai vir pra salvar, ninguém, ninguém
Você está diante de pés... Guerra
Economize os dia-dia-dia-diálogos
Terra do improviso
Porque você não crê, crê, crê
Isso não é um mi-mi-mito
Abundam os he′, os fatos
Eles, eles movem com fios
Mas mesmo assim, toca a eles
Isso é um caso para os irmãos Dynamite
Aqui não há justiça e se compram, não é de qualidade
Isso não é como no cinema
Aqui é sem efeitos, sem expectativas, sem o recorde Guinness
Concorrendo no preço, tá errado
Os aplausos estão gravados e as risadas saem por padrão
Revolução publicam nas redes
E os cantores são cópias, como os filhos de Diomedes
A razão elementar, meu querido Watson
Fazem com que um país com fome tenha vista grossa
São, investigados na Colômbia, é a oferta
O governo se entrega e seus direitos cobrem a hipoteca
A injustiça é um salão de putas muito inevitável
Com impostos ou vacinas que são comparáveis
Uma pista, seus testemunhos não querem entender
Arrumam esse povo, mas pra vendê-lo
Meu país é um restaurante sem comedor
Entre aspas inovador, se abrir o menu diz 'roube'
Por aqui não se viu a lei
Se viola e se viu a constituição grávida e não sabe de quem
Suspeita-se do grande colombiano
Por ser o maior ator de curtas de vilões
Revogamos o History Channel
O termo latino me soa clichê, chiclete que não mastigamos
Tenho certeza, polícia não incrimina
Será que é o dinheiro que cumpre sua rotina?
Televisão, corda bamba atando mãos
A medicina alternativa e o perdão dos vilões
A religião reza pro bolso nunca vazio
Dá na mesma, fiéis mortos, mas com contrato
Tudo que você disser pode ser usado contra você
Contra a parede se vende até um sindicato
Alguns rappers não entendem à primeira vista
Que aqui não se resolvem casos, se não têm boas pistas
Isso é um retrato falado, fazemos de A a Z
Porque aqui nem o crime é organizado e eu não sou o xerife
Sou algo como um franco-atirador disparando de um púlpito
Geração de coca-coleros
Tudo vai conforme o plano
Pão e circo pra esse povo
Tarán!
Suspeito de uma pegada, é a lei que pressiona
Sua declaração foi clara: 'aos trancos se funciona'
A cada quatro anos nasce outro corrupto
A educação não serve, só querem o produto bruto
Vinte de julho, independência não me convence aqui
Se ainda temos uma tal Espanha em Medellín
TLC, o tiro saiu pela culatra
O progresso não serviu pra isso, a pobreza sim, continua intacta
Policiais continuam esperando um herói
Enquanto nessa série nos roubam o ar e nos vendem a intempérie
Sou o ministro dos assuntos internos
E tiro os sutiãs daquelas putas sem valores
Crianças, desliguem a TV
Se dói, não modelem e deem select no cerebelo ou morrem
Tenho uma bala, onde você quer?
Disparo verdades, salvar-se não podem
Vocês são milhares e tais fracassos se devem ao medo que têm, fracos
Quem resolve um caso acha que já sabe de tudo
Colocar revolução em ganchos pra torná-la moda
O que te prometem, você estraga com um voto
Candidatos, se jogaram o país com a gente
Se pisar em falso é positivo, onde está o Estado?
Está onde você colocou pra te ter encurralado
Nada engana mais que os fatos evidentes
Não se infiltre, herói, sabemos seus antecedentes
Deve ser que não assumimos nossa própria identidade
Vamos voltar atrás
O primeiro é o mais grave
É que o que nos ensinam aos colombianos
Não tem nada a ver com as necessidades que temos os colombianos
Nós nomeamos funcionários públicos
Funcionário público é pra funcionar pro público
E nós acabamos fazendo reverências
Ou seja, todos servindo a eles, é um absurdo
É um absurdo