El Toque Personal
Sí, creo en el hip-hop todo poderoso
Creador de tantas razones por lo cual mi lucha es sincera
En esto todo y sus únicos Alcolirykoz
Nacidos por obra y gracia del espíritu hardcore
En estas calles aguardienteras
En las cuales hacemos parte de este arte
De liricas y estilos asombrosos
Pero que se vuelve un crimen cuando es desperdiciado por tanto baboso
Mi grupo revela, no modela
Que al MC lo gradúa la vida
No lo diseñan en la escuela (Para ti)
Así me les despierto con ganas de agradar al mundo
Si me tienen odio admiro a esos fulanos
Al menos son comportamientos demasiado humanos
Todos tienen números que nos definen
El estrato, el dinero lo que nos identifica
Se desea que sea el más santo y se complica
Si esos logros requieren de las suplicas
Me condeno con el rap si así lo quiere
Con él las faltas como un alma en pena que aún no se nos muere
Esta voz no calla, acá ya no somos conformistas
El apellido negro de lo realista
Siempre fue su luz incluso siendo pesimista
Nuestra autonomía, me lleva de la mano
Dejando historia atrás y entre tantos aguantamos
Enfrentamiento, dudas inconformes, adelante vez
Espera, y hay veces veo que hasta en nuestra propia acera
Alcolirykoz de pura cepa
Sepa y entienda que a la música
Postro mi confianza y me tomo esta osadía
Para sus nacer somos pensamiento previa vida
Porque como yo, ella igual decía
Es mi toque personal
Descuida que se van las mentiras como nómadas
Pues la realidad siempre me cuestiona
Y con hechos hay que respaldar
Jamás presenciaran lo que aquí no se ha ofrecido
Ni lo que nunca se hará
Sepas que prefiero masturbar el silencio
Que cagar, el habla seguirá
El mejunje es mío, me urge
Hacerlo así, en otros no confío
Llego con la voz de lo que se olvidó
Esto no se ha dado por vencido
Ya que hay temas que aquí no han nacido
O también ideas que no me han mordido
Así será y siempre ha sido
Soy antagonista de este tour
Una película donde muchos se han metido
Pero unos solo son los dobles, otros solo son villanos
¿Acaso quién de ellos eres tú?
Por qué te duele tanto ya mis triunfos
Cuando a mi ni me torturan las derrotas
Y pa' que el confundido nos engañe
Ahí le dejo va o si le entra para que su envidie nos extrañe
Ciertos días dejo de ser yo mismo, escucha
Los MC's claro que se enferman
Miran sus canciones en espejos con egocentrismo
Por eso look, nueva y cada tema engendran, al señor Pasquín
A punta de sonidos yo lo invoco
Trabaja como Dios se manda que él es muy consiente
De que el jefe salió siendo otro
Cuando todo buen palpable
Escribieron las promesas en el aire
Y el borrador, luego ismo no te da respeto
El cual se pierde cuando la codicia te vendió
La rabia aquí renace, así no muera el miedo
En reales hechos me envasé porque se lo que puedo hacer
Sin arrepentimientos del que vivió lo escrito
Siempre ser ese alguien que conserva esta jerga culebiada
Es mi eterna eternidad
Mostró las tierras no habitadas porque ustedes solo son
Es mi toque personal
Descuida que se van las mentiras como nómadas
Pues la realidad siempre me cuestiona
Y con hechos hay que respaldar
Jamás presenciaran lo que aquí no se ha ofrecido
Ni lo que nunca se hará
Sepas que prefiero masturbar el silencio
Que cagar, el habla seguirá
Kaztro, desde la 52
Pasando por Boom Bap o hasta la quinta porra
Porque aún somos (¿Quién son?)
Los muerganos, huérfanos donantes (Es verdad)
La presa fácil de la literaptura acechante (Así que no corra)
No hay bomberos que apaguen esta labia (No hay quien)
Ni la bruja de tu barrio para esta enfermedad, cura tendrá
(Para ti, para ti)
O Toque Pessoal
Sim, eu acredito no hip-hop todo poderoso
Criador de tantas razões pelas quais minha luta é sincera
Nisso tudo e seus únicos Alcolirykoz
Nascidos pela obra e graça do espírito hardcore
Nessas ruas de cachaça
Nas quais fazemos parte dessa arte
De letras e estilos impressionantes
Mas que se torna um crime quando é desperdiçado por tanto idiota
Meu grupo revela, não modela
Que o MC é graduado pela vida
Não é moldado na escola (Para você)
Assim eu acordo com vontade de agradar o mundo
Se me odeiam, admiro esses caras
Pelo menos são comportamentos muito humanos
Todos têm números que nos definem
O estrato, o dinheiro que nos identifica
Deseja-se ser o mais santo e complica
Se esses feitos requerem súplicas
Me condeno com o rap se assim quiser
Com ele as faltas como uma alma penada que ainda não morre
Essa voz não se cala, aqui já não somos conformistas
O sobrenome negro do realista
Sempre foi sua luz mesmo sendo pessimista
Nossa autonomia, me leva pela mão
Deixando a história pra trás e entre tantos aguentamos
Enfrentamento, dúvidas inconformadas, avante vez
Espera, e às vezes vejo que até na nossa própria calçada
Alcolirykoz de pura cepa
Saiba e entenda que na música
Deposito minha confiança e tomo essa ousadia
Para seus nascimentos somos pensamento pré-vida
Porque como eu, ela também dizia
É meu toque pessoal
Descuida que as mentiras vão embora como nômades
Pois a realidade sempre me questiona
E com fatos é preciso respaldar
Jamais presenciarão o que aqui não foi oferecido
Nem o que nunca será
Saiba que prefiro masturbar o silêncio
Do que cagar, a fala continuará
O mexido é meu, me urge
Fazer assim, em outros não confio
Chego com a voz do que foi esquecido
Isso não se rendeu
Já que há temas que aqui não nasceram
Ou também ideias que não me morderam
Assim será e sempre foi
Sou antagonista desse tour
Um filme onde muitos se meteram
Mas alguns só são os dublês, outros só são vilões
Quem deles é você?
Por que dói tanto já meus triunfos
Quando a mim nem me torturam as derrotas
E pra que o confundido nos engane
Aí deixo, vai ou se entra pra que sua inveja nos estranhe
Certos dias deixo de ser eu mesmo, escuta
Os MC's claro que adoecem
Olham suas músicas em espelhos com egocentrismo
Por isso olha, nova e cada tema engendram, ao senhor Pasquín
Com sons eu o invoco
Trabalha como Deus manda que ele é muito consciente
De que o chefe saiu sendo outro
Quando tudo que é palpável
Escreveram as promessas no ar
E a borracha, depois mesmo não te dá respeito
O qual se perde quando a ganância te vendeu
A raiva aqui renasce, assim não morre o medo
Em fatos reais me embalei porque sei o que posso fazer
Sem arrependimentos do que viveu o escrito
Sempre ser esse alguém que conserva essa gíria enrolada
É minha eterna eternidade
Mostrou as terras não habitadas porque vocês só são
É meu toque pessoal
Descuida que as mentiras vão embora como nômades
Pois a realidade sempre me questiona
E com fatos é preciso respaldar
Jamais presenciarão o que aqui não foi oferecido
Nem o que nunca será
Saiba que prefiro masturbar o silêncio
Do que cagar, a fala continuará
Kaztro, da 52
Passando por Boom Bap ou até a quinta porra
Porque ainda somos (Quem são?)
Os muerganos, órfãos doadores (É verdade)
A presa fácil da literaptura ameaçante (Então não corra)
Não há bombeiros que apaguem essa labia (Não há quem)
Nem a bruxa do seu bairro pra essa doença, cura terá
(Para você, para você)