395px

Anjos Caídos

Alejandra Guzmán

Angeles Caidos

Frio como un dios
duro de pelar
en un manantial de luz
instante profesor infexible
que me enseño a leer carne

Hizo aparecer llagas en mi piel
las cubrio de miel
y como un perro fiel
con su saliva me llevo
al arcoiris salvaje

Llorando a mares como angeles caidos
cuando el pecado los expulsa de paraiso
me derrumbe, por mas que suplique
besandole los pies
hazme tuya otra vez naada

Cascara de nuez, agria de comer
si soy tu creacion
no puedes permitir que me disuelva
bye my love
entre plegaria rotas

Llorando a mares como angeles caidos
cuando el pecado los expulsa de paraiso
me derrumbe, por mas que suplique
besandole los pies
hazme tuya otra vez naada

Me convirtio en estatua de sal
y las asadio con oraciones de puro amor

Me derrumbe, por mas que suplique
besandole los pies
hazme tuya otra vez naada

Llorando a mares como angeles caidos
cuando el pecado los expulsa de paraiso
me derrumbe, por mas que suplique
hazme tu esclava dejame ser tuya

Me derrumbe, por mas que suplique
hazme tu esclava dejame ser tuya

Anjos Caídos

Frio como um deus
duro de se lidar
em um manancial de luz
instante professor inflexível
que me ensinou a ler carne

Fez aparecer feridas na minha pele
as cobriu de mel
e como um cachorro fiel
com sua saliva me levou
ao arco-íris selvagem

Chorando mares como anjos caídos
quando o pecado os expulsa do paraíso
me desmoronei, por mais que implorasse
beijando seus pés
faça-me sua outra vez, nada

Casca de noz, amarga de comer
se sou sua criação
não pode permitir que eu me dissolva
adeus, meu amor
entre orações quebradas

Chorando mares como anjos caídos
quando o pecado os expulsa do paraíso
me desmoronei, por mais que implorasse
beijando seus pés
faça-me sua outra vez, nada

Me transformou em estátua de sal
e as assediou com orações de puro amor

Me desmoronei, por mais que implorasse
beijando seus pés
faça-me sua outra vez, nada

Chorando mares como anjos caídos
quando o pecado os expulsa do paraíso
me desmoronei, por mais que implorasse
faça-me sua escrava, deixe-me ser sua

Me desmoronei, por mais que implorasse
faça-me sua escrava, deixe-me ser sua

Composição: C. Valle / J.R. Florez