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Queimando Sonhos

Alfredo Abalos

Quemando Sueños

Hay quienes queman o venden sus sueños y fantasías
Por dinero y por la gloria ultrajan su estima y ser
Caminando de rodillas reverenciando al poder

Una úlcera es en el alma de humana naturaleza
La ambición en los mortales y no es pecado señor
En tanto a nadie lastime ni le cegué el corazón

Cuando la ambición desmadra cuerpo y mente se resienten
¿Para que acopiar en vida cosas para el más allá?
No las necesita el alma en el valle de la paz

En la salamanca el diablo cuentan que presta fortunas
Pero a cambio de tu alma ¡ay, que usurero el zupay!
Salamanca no te presta lo que natura no da

Una lucha desde siempre tuvo en su vida el humano
En busca del equilibrio justo entre el bien y el mal
Y en esa eterna pelea supo el hombre madurar

Mi copla no justifica ¡ay! Dios a tus criaturas
Que piensan que gloria y oro lo volverán inmortal
Eterno sueño del hombre solo una quimera más

Con hechos y con palabras todos la vida ensuciamos
Del mal aunque lo evitamos no olvides sos uno más
No digas que vos no estabas cuando te toque limpiar

En la salamanca el diablo cuentan que presta fortunas
Pero a cambio de tu alma ¡ay, que usurero el zupay!
Salamanca no te presta lo que natura no da

Queimando Sonhos

Tem quem queima ou vende seus sonhos e fantasias
Por dinheiro e pela glória, desonram sua estima e ser
Caminhando de joelhos, reverenciando o poder

Uma úlcera é na alma da natureza humana
A ambição nos mortais e não é pecado, senhor
Enquanto não machuque ninguém nem cega o coração

Quando a ambição descontrola, corpo e mente se ressentem
Pra que acumular na vida coisas pro além?
A alma não precisa disso no vale da paz

Na salamanca, dizem que o diabo empresta fortunas
Mas em troca da sua alma! Ai, que usurário o zupay!
Salamanca não te empresta o que a natureza não dá

Uma luta desde sempre teve o humano em sua vida
Em busca do equilíbrio justo entre o bem e o mal
E nessa eterna briga, o homem soube amadurecer

Minha canção não justifica! Ai! Deus, suas criaturas
Que pensam que glória e ouro vão torná-los imortais
Eterno sonho do homem, só mais uma quimera

Com atos e palavras, todos sujamos a vida
Do mal, mesmo evitando, não esqueça, você é um a mais
Não diga que você não estava quando chegar a hora de limpar

Na salamanca, dizem que o diabo empresta fortunas
Mas em troca da sua alma! Ai, que usurário o zupay!
Salamanca não te empresta o que a natureza não dá

Composição: Pablo Trullenque / Santiago Ábalos