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Sangre Maleva (part. Oscar Larroca)

Alfredo de Angelis

Letra

Sangue Malandro (part. Oscar Larroca)

Sangre Maleva (part. Oscar Larroca)

La Boca, AvellanedaLa Boca, Avellaneda
Barracas, Puente AlsinaBarracas, Puente Alsina
O baixo BelgranoEl bajo Belgrano
E no mesmo arrabalY en el mismo arrabal

Sempre foi respeitadoFue siempre respetado
O canhoto Cruz MedinaEl zurdo Cruz Medina
Por ser um bom amigoPor ser un buen amigo
Muito nobre e prestativoMuy noble y servicial

Foi homemFue hombre
Entre os homensEntre los hombres
Foi taita entre matadoresFue taita entre matones
Passou sua vida brevePasó su vida breve
Lá no arrabalAllá en el arrabal
Onde se ouviu à noiteDonde se oyó de noche
A ronda dos guardasLa ronda de botones

E em um café de bairroY en un café de barrio
Solua um bandoneónSolloza un bandoneón

Era um malandro sem truquesEra un malevo sin trampas
Sem padrinhos ou trapaçasSin padrinos ni agachada
Nada de compadrioNada de compadrada
Mas de coragem e açãoPero de temple y acción
Caseros o viu se arriscarCaseros lo vio jugarse
Sem recuarSin achicar la parada
E no submundo está sentadaY en el hampa está sentada
Sua fama de grande homemSu fama de gran varón

Mas numa noite dessasPero una noche de esas
Lá em AvellanedaAllá en Avellaneda
Desafiando a políciaGuapeándole a la yuta
Dentro do arrabalPor dentro 'el arrabal
Soaram quatro tirosSonaron cuatro tiros
E sobre a calçadaY sobre la vereda
Cruz Medina caíaCaía Cruz Medina
Empunhando seu punhalBlandiendo su puñal

Logo a confusão estourouPronto saltó la bronca
A polícia chegouCayó la policía
E em uma poça de sangueY en un charco de sangre
Encontrou o malandroAl malevo encontró

Mortalmente feridoHerido mortalmente
Rebelde em sua agoniaRebelde en su agonía
Mas com voz de machoPero con voz de macho
Dessa maneira falouDe esta manera hablo

Não me pergunte, agenteNo me pregunten agente
Quem foi o homemQuien fue el hombre
Que me feriuQue me ha herido
Será tempo perdidoSerá tiempo perdido
Porque não sou delatorPorque no soy delator

Deixe-me apenas morrerDéjeme nomás que muera
E disso ninguém se surpreendaY de esto nadie se asombre
Que o homem para ser homemQue el hombre para ser hombre
Não deve ser delatorNo debe ser delator


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