Viejo Rincón (part. Oscar Larroca)
Viejo rincón de mis primeros tangos
Donde ella me batió
Que me quería
Guarida de cien noches de fandangos
Que en mi memoria
Viven todavía
Oh callejón de turbios caferatas
Que fueron taitas del bandoneon
Donde estará mis garzones de lata
Testigo de mi amor y su traición
Hoy vuelvo al barrio que deje
Y al campanearlo me da pena
No tengo ya mi madrecita buena
Mi rancho es una ruina
Ya todo se acabó
Porque volví loco de mi
Al callejón de mis quereres
A revivir el mal de esas mujeres
Sus besos sus caricias
La farsa de su amor
De un tango al vaiven
La vida un amor
De un tango al vaiven
Nos hace traición
Cuando te quiebras en una sentada
Juntando tu carita con la mía
Yo siento que
En la hoguera de algún tango
Se va a quemar mi sangre
El mejor día
Viejo rincón de turbios caferatas
Que fueron taitas del bandoneon
No tengo ya
Mis garzones de lata
Bulin mistongo
Que fue mi perdición
Velho Canto (part. Oscar Larroca)
Velho canto dos meus primeiros tangos
Onde ela me bateu
Que me amava
Refúgio de cem noites de fandangos
Que em minha memória
Ainda vivem
Oh beco de cafetões sombrios
Que foram mestres do bandoneón
Onde estarão meus garçons de lata
Testemunha do meu amor e sua traição
Hoje volto ao bairro que deixei
E ao caminhar por ele me entristeço
Não tenho mais minha querida mãezinha
Minha casa é uma ruína
Tudo acabou
Porque voltei louco de mim
Ao beco dos meus amores
Reviver o mal dessas mulheres
Seus beijos, suas carícias
A farsa do seu amor
De um tango ao vaivém
A vida um amor
De um tango ao vaivém
Nos trai
Quando você se quebra em um sentimento
Juntando seu rosto ao meu
Eu sinto que
Na fogueira de algum tango
Minha sangue vai queimar
No melhor dia
Velho canto de cafetões sombrios
Que foram mestres do bandoneón
Não tenho mais
Meus garçons de lata
Bulin mistongo
Que foi minha perdição
Composição: Roberto Lino Cayol