Tradução gerada automaticamente

Violetita (part. Julio Martel)
Alfredo de Angelis
Violetinha (part. Julio Martel)
Violetita (part. Julio Martel)
Violetinha a chamavamVioletita la llamaban
Todo mundo que a conheciaTodo el que la conocía
Porque foi pobre e tinhaPorque fue pobre y tenía
A beleza de uma florLa belleza de una flor
Que nasceu nos jardinsQue nacida en los jardines
E entre flores delicadasY entre flores delicadas
Parecia destinadaPareciera destinada
A ser símbolo da dorPara emblema del dolor
Não teve paisNo tuvo padres
Nem teve amigosNi tuvo amigos
Sozinha e sem rumoSola y sin rumbo
Crescendo foiCreciendo fue
Até que um diaHasta que un día
De um inverno cruelDe crudo invierno
Buscou abrigoBuscó el amparo
Mas foi cruelPero fue cruel
Foi desde entãoFue desde entonces
A violetinhaLa violetita
Flor preferidaFlor preferida
Para o brochePara el ojal
Até que um diaHasta que un día
Triste e doenteTriste y enferma
Bateu às portasLlamó a las puertas
De um hospitalDe un hospital
E numa noite de agostoY en una noche de agosto
Parou de bater seu peitoDejó de latir su pecho
E naquele humilde leitoY en aquel humilde lecho
Violetinha murchouVioletita marchitó



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