Perdóneme Tio Juan
Perdóneme tío juan
Pero se ve que no sabe nada
Las cosas que yo lo digo
Se sienten en carne propia
Que en tierra venezolana
El imperialismo yankee
Hace lo que le da la gana
Es que usté no se ha paseado
Por un campo petrolero
Usté no ve que se llevan
Lo que es de nuestra tierra
Y solo nos van dejando
Miseria y sudor de obrero
Y solo nos van dejando
Miseria y sudor de obrero
Los niñitos macilentos
Que habitan allá en los cerros
Mas que vivir agonizan
Entretejiendo sus sueños
Mas que vivir agonizan
Entretejiendo sus sueños
Contésteme tío juan
No se me quede callado
Conteste si no hay razón
En que sigamos luchando
Por echar de nuestra patria
Al yankee que nos la quita
Y al lacayo que lo tapa
Es que usté no se ha fijao
Lo que pasa con el hierro
Nos pagan la tonelada
Por menos de tres centavos
¡vamos a pelear carajo!
O nos quedamos sin cerro
¡vamos a pelear carajo!
O nos quedamos sin cerro
No te dejes engañar
Cuando te hablen de progreso
Por que tu te quedas flaco
Y ellos aumentan de peso
Por que tu te quedas flaco
Y ellos aumentan de peso
Contésteme tío juan
No se me quede callado
Conteste si no hay razón
En que sigamos luchando
Por echar de nuestra patria
Al yankee que nos la quita
Y al lacayo que lo tapa
Es que usté no se ha paseado
Por un campo petrolero
Usté no ve que se llevan
Lo que es de nuestra tierra
Y solo nos van dejando
Miseria y sudor de obrero
Y solo nos van dejando
Miseria y sudor de obrero
Los niñitos macilentos
Que habitan allá en los cerros
Mas que vivir agonizan
Entretejiendo sus sueños
Mas que vivir agonizan
Entretejiendo sus sueños
Desculpe, Tio Juan
Desculpe, tio Juan
Mas parece que você não sabe de nada
As coisas que eu digo
Se sentem na pele
Que em terras venezuelanas
O imperialismo yankee
Faz o que quer, sem pena
É que você não andou
Por um campo de petróleo
Você não vê que levam
O que é da nossa terra
E só nos deixam
Miséria e suor de operário
E só nos deixam
Miséria e suor de operário
As crianças magrinhas
Que vivem lá nos morros
Mais que viver, agonizam
Entrelaçando seus sonhos
Mais que viver, agonizam
Entrelaçando seus sonhos
Responda, tio Juan
Não fique calado
Responda se não há razão
Para continuarmos lutando
Para expulsar da nossa pátria
O yankee que a rouba
E o capacho que o encobre
É que você não percebeu
O que acontece com o ferro
Nos pagam a tonelada
Por menos de três centavos
Vamos lutar, caramba!
Ou ficamos sem morro
Vamos lutar, caramba!
Ou ficamos sem morro
Não se deixe enganar
Quando falam de progresso
Porque você fica magro
E eles engordam
Porque você fica magro
E eles engordam
Responda, tio Juan
Não fique calado
Responda se não há razão
Para continuarmos lutando
Para expulsar da nossa pátria
O yankee que a rouba
E o capacho que o encobre
É que você não andou
Por um campo de petróleo
Você não vê que levam
O que é da nossa terra
E só nos deixam
Miséria e suor de operário
E só nos deixam
Miséria e suor de operário
As crianças magrinhas
Que vivem lá nos morros
Mais que viver, agonizam
Entrelaçando seus sonhos
Mais que viver, agonizam
Entrelaçando seus sonhos