Borincana
Tu solitaria estrella, tu solitaria estrella.
Con alfileres de lucha
se va clavando en tu piel
y es deber del borincano
de dar corazón y manos
para no verla brillando
como otra más en otra bandera
Borinquén, azul de tu mar caribe
y un sentimiento que vive
al sur de este continente
Borinquén, cometa de cola larga
si hoy tu naranja es amarga
se endulzará en la esperanza
Dilo como lo digas,
pero con tal que lo sueñes
que tu esperanza está multiplicada
en la llovizna latinoamericana
que mojará los pueblos libres.
Te han quitado tu lengua
borinquén, borincana
más no podrán quitarte
también a tu mañana.
Entre el Sol y la Luna
cayó su cuerpo
pero no el pensamiento de Alvizu Campos.
Yo se que un día
el antillano mar azul y nuestro
llegará cantando a tus arenas
después se llevará
para siempre tus cadenas
eslabón por eslabón, borinquén
se irá tu queja.
Después abrirás
tu hermosa boca borincana
y cantarás tu himno concebido
en tu vientre de guitarra.
Un canto sonoro y transparente
cuando vuelva a crecerte otra vez.
tu lengua castellana.
Te han quitado tu lengua
borinquén, borincana
más no podrán quitarte
también a tu mañana.
Entre el Sol y la Luna
cayó su cuerpo
pero no el pensamiento de Alvizu Campos.
Un jibarito caballo
y una pelea de gallos
cantando en la madrugada
un son por tres que me parte el alma
Tu jibarito a caballo...
Borincana
Tu solitária estrela, tu solitária estrela.
Com alfinetes de luta
se vai cravando na sua pele
é dever do borincano
de dar coração e mãos
pra não vê-la brilhando
como mais uma em outra bandeira.
Borinquén, azul do seu mar caribenho
e um sentimento que vive
ao sul deste continente.
Borinquén, cometa de cauda longa,
se hoje sua laranja é amarga
se adoçará na esperança.
Diga como quiser,
mas desde que sonhe
que sua esperança está multiplicada
na garoa latino-americana
que molhará os povos livres.
Te tiraram sua língua,
borinquén, borincana,
mas não poderão te tirar
também sua manhã.
Entre o Sol e a Lua
caiu seu corpo,
mas não o pensamento de Alvizu Campos.
Eu sei que um dia
o mar antillano azul e nosso
chegará cantando às suas areias
depois levará
para sempre suas correntes,
eslabão por eslabão, borinquén
sua queixa se irá.
Depois você abrirá
sua linda boca borincana
e cantará seu hino concebido
no seu ventre de guitarra.
Um canto sonoro e transparente
quando voltar a crescer de novo
a sua língua castelhana.
Te tiraram sua língua,
borinquén, borincana,
mas não poderão te tirar
também sua manhã.
Entre o Sol e a Lua
caiu seu corpo,
mas não o pensamento de Alvizu Campos.
Um jibarito a cavalo
e uma briga de galos
cantando na madrugada
um som por três que parte minha alma.
Seu jibarito a cavalo...