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Covida (part. Lei do Atormento)

Aliado Preto

Letra

    Pandemia incerteza, uma vida insegura
    O mundo procurando a sua verdadeira cura
    Governos insanos produtividade a mil
    Embolsando seus valores, roubando o Brasil

    Ficando em casa o povo olha pro nada
    Querendo entender, o auxílio pago em migalhas
    Só o começo do fim desse mundo
    O dinheiro maldito que atrai o imundo

    Covarde genocida que transporta a cocaína
    Na hora de salvar ignora a vacina
    Na caneta e na calada, com a sua risada
    Ele trai o nosso povo na ganância esplanada

    Brasil acima de tudo, Deus acima de todos
    Mentira ouvida e o gado aplaude de novo
    Anderson rap na voz, o lei do atormento
    Aqui não tem boi pro sistema nojento

    Desastres é tempo de tragédia
    Feridas seguidas de sequelas
    Foi tipo um filme com roteiro repetido
    O herói fica com os malotes
    E o vagabundo caído

    Eu admito fiquei sem reação
    Ao ver o rosto do maluco sem expressão
    A história vai mudando de tempo em tempo
    Mais acaba se repetindo em algum momento

    A ganância do homem em escala global
    Manipulando a morte pra gerar capital
    A pandemia que desafiou o mundo
    Milhões de mortos milhões de luto

    Onde tem tragédia tem sempre alguém lucrando
    Vibrando vendo patrimônio aumentando
    Império construído através de dor
    De morte, de luto, de sangue e terror

    O meu povo chora vendo tal realidade
    Mais resiste, está firme, com fé, com coragem
    Faz de cada queda uma aprendizagem
    Vê em cada brecha uma oportunidade

    Reinventa, reescreve, reimaginando
    Indo com a mare se readaptando
    Povo rico em cultura e criatividade
    O pouco vira muito, o sonho realidade

    Não se rende, não se entrega
    Não se abala, percebera
    Mdg lda rap nova era

    Esquema descoberto o plano deflagrado
    Fase mengele brasileiros deixados de lado
    Testes humanos gente usada apólice gerada
    Vida arrogância os seguidores os cegos cobaias

    Negociou para a família a chamada propina
    600 mil morreram o sádico negacionista
    Investiu tocou seu plano em uma tal de quina
    Goebbels a reunida nacionalista

    E as drenagem correm solta o fascista insistem
    O rei do gado nesse filme emita mussolini
    O sentimento de empatia o tapa na cara
    A vacina que é proibida comprou toneladas

    O genocídio para eles foi satisfatório
    Propostas aprovada mata a mãe no laboratório
    Brasil a crise asqueroso pelo o comandado
    O tapa olho pra quem dorme o povo enforcado


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