Pechat' zveria
Pechat' zveria, klejmo stada,
Deviz bojni vsegda rady.
Kozlom podlym paset volia.
Shagat' stroem slepykh dolia.
Po ch'iu dushu revet svora?
Zakon trusa sluzhit' voru.
Blazhit levyj, revet pravyj:
Vivat Mao! Adol'f bravo!
Mazut v rekakh vernej korchi.
Ubej pesni zazhgi nochi
Kak nad mirom zaria,
Neba iasnogo doch',
Uspokoit menia.
Lish' tol'ko konchitsia noch',
Nado mnoiu topor.
Vetry deliat voskhod,
Ne trevozh'sia ne plach'.
Vot-vot i solntse vzojdet.
No noch' v sile okrest zony.
Deviz gimna dushit' stony.
Moral' bojni ubej veria.
Begut slezy klejmit' zveria.
Imprimir a Fera
Imprimir a fera, colar o rebanho,
O lema da batalha sempre é bem-vindo.
Com cabras traiçoeiras pastando a liberdade.
Marchando em fila, o destino cego.
Por quem a matilha uiva com raiva?
A lei do covarde serve ao ladrão.
A esquerda se queima, a direita uiva:
Viva Mao! Bravo Adol'f!
Petróleo nos rios, mais que galhos.
Mata a canção, acende a noite.
Como sobre o mundo a aurora,
Filha do céu claro,
Vai me acalmar.
Só quando a noite acabar,
Preciso de um machado.
Os ventos fazem o amanhecer,
Não se preocupe, não chore.
Logo o sol vai nascer.
Mas a noite é forte ao redor da zona.
O lema do hino sufoca os gemidos.
A moral da batalha mata a fé.
As lágrimas correm, colando a fera.