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Esconderijo

Alkehol

Schovka

To byl dneska zase blbej den,
že bych nevyhnal ani psa ven
slunce se schovalo za mraky
a já se schovám nìkam taky

Do hospody nejlíp ,do tý,
kterou dobøe znám
já mám rád známý lidi
a ty tady, ty tady mám

Když do hospody dveøe otvírám,
jeden chlap se na mì podívá
jestli prej mladej duchem jsem,
na schovku že si zahrajem

Chvíli jsem pøemejšlel
a pak kejvnul jsem
vždy možná duchem,
duchem ještì mladej jsem

Na schovku jsem si hrál zamlada,
to byla tehdy velká paráda
že na ni budu hrát i v hospodì
stìží by napadlo mì

Pøed pípou, za pípou
nesmí nikdo stát
no jinak nebudu,
nebudu hrát

Hospùdko milá, hospùdko rozmilá,
pøece by ses mnì nikam neschovala
kdo tuhle blbou hru, ten kdo ji vymyslel
ten asi vùbec na tebe nemyslel

Za chvíli se problém objevil,
i když se zpoèátku tak nejevil
sucho v krku hroznì trápí nás,
kromì pikolíka, co je z nás

Ten si totiž pøi pikání
mùže klidnì pít
protože jedinej
u pípy mùže být

Teï bych chtìl øíct jenom závìrem,
že tuhle blbou hru neberem
saharou se stává hospoda,
což je pro nás nevýhoda

Pøed pípou, za pípou
musí vždycky nìkdo stát
aby se mohlo
zvesela nalejvat

Hospùdko milá, hospùdko rozmilá,
pøece by ses mnì nikam neschovala
kdo tuhle blbou hru, ten kdo ji vymyslel
ten asi vùbec na tebe nemyslel

A proto pøed pípou, za pípou
musí vždycky nìkdo stát
aby se mohlo
zvesela nalejvat

Hospùdko milá, hospùdko rozmilá,
pøece by ses mnì nikam neschovala
kdo tuhle blbou hru, ten kdo ji vymyslel
ten asi vùbec na tebe nemyslel

Esconderijo

Hoje foi mais um dia chato,
que eu nem tiraria o cachorro pra passear.
O sol se escondeu atrás das nuvens
E eu também vou me esconder em algum lugar.

Na melhor das opções, no bar,
que eu conheço bem.
Eu gosto de gente conhecida
E aqui, eu tenho você.

Quando abro a porta do bar,
Um cara me olha,
Pra ver se eu ainda sou jovem de espírito,
Que vamos brincar de esconde-esconde.

Pensei um pouco
E então assenti.
Talvez eu ainda seja jovem,
Espiritualmente, ainda sou.

Brincava de esconde-esconde quando era moleque,
Era uma grande diversão.
Que eu jogaria até no bar,
Nunca pensei que isso aconteceria.

Na frente do balcão, atrás do balcão,
Ninguém pode ficar parado.
Se não, não vou,
Não vou conseguir jogar.

Barzinho querido, barzinho amado,
Você não deveria se esconder de mim.
Quem inventou esse jogo chato,
Com certeza não pensou em você.

Logo, um problema apareceu,
Mesmo que no começo não parecesse.
A garganta seca nos atormenta,
Exceto o garçom, que é o único entre nós.

Ele pode beber tranquilamente
Enquanto serve,
Porque é o único
Que pode ficar no balcão.

Agora eu só quero dizer, pra encerrar,
Que esse jogo chato não vale a pena.
O bar tá virando um deserto,
O que é uma desvantagem pra gente.

Na frente do balcão, atrás do balcão,
Sempre tem que ter alguém parado,
Pra que a gente possa
Se divertir e beber.

Barzinho querido, barzinho amado,
Você não deveria se esconder de mim.
Quem inventou esse jogo chato,
Com certeza não pensou em você.

E por isso, na frente do balcão, atrás do balcão,
Sempre tem que ter alguém parado,
Pra que a gente possa
Se divertir e beber.

Barzinho querido, barzinho amado,
Você não deveria se esconder de mim.
Quem inventou esse jogo chato,
Com certeza não pensou em você.