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Despertar: Ira

Alkira

Awakening: Wrath

Wrath

I slept beneath a shell of iron law
A hinge that held the world from coming raw
Pressure measured every breath I kept
Counting every failing oath you left

Chains in silence wrapped around my chest
A furnace patient, waiting for the test
I stored the heat the fractured systems made
A quiet verdict waiting to be laid

Friction hums the axis starts to swing
Pressure builds the hammer finds its sting
Listen close the metal learns to cry
The seam gives way, the law replies

Wrath I strike, obey the law I make
Wrath you kneel, accept the fate I stake
Wrath I burn, your crooked orders break
Wrath submit the world I recalibrate

Streets go mute as iron tastes the night
Roofs crack open like old treaties split
A step the pavement blooms a glowing line
Ash writes judgments where the weak resign

No chaos wasted every flaw defined
I aim the hammer, precise, by my design
What lived in falsehoods finds a single end
I am the measure, I am the amend

You fed the friction, now watch the blade align
No mercy in the math, the strike is mine
The anvil sings the verdict sears and binds
Balance carved in fire across your minds

Wrath I strike, obey the law I make
Wrath you kneel, accept the fate I stake
Wrath I burn, your crooked orders break
Wrath submit the world I recalibrate

I am not fury without reason
I am correction in motion

Wrath I strike, obey the law I make
Wrath you kneel, accept the fate I stake
Wrath I burn, your crooked orders break
Wrath submit the world I recalibrate

Strike! Kneel! Submit! Obey!

Where my fire walks
Even stagnation trembles

Despertar: Ira

Ira

Eu dormi sob uma concha de lei de ferro
Uma dobradiça que segurava o mundo sem pudor
A pressão media cada respiração que eu mantinha
Contando cada juramento quebrado que você deixou

Correntes em silêncio se enrolavam ao meu redor
Uma fornalha paciente, esperando pelo teste
Eu guardei o calor que os sistemas quebrados geraram
Um veredicto silencioso esperando para ser dado

A fricção zune, o eixo começa a girar
A pressão aumenta, o martelo encontra seu golpe
Escute bem, o metal aprende a chorar
A costura cede, a lei responde

Ira, eu ataco, obedeça a lei que eu crio
Ira, você se ajoelha, aceita o destino que eu traço
Ira, eu queimo, suas ordens tortas se quebram
Ira, submeta-se, o mundo eu recalibro

As ruas ficam mudas enquanto o ferro prova a noite
Telhados se abrem como tratados antigos rompidos
Um passo, a calçada floresce uma linha brilhante
Cinzas escrevem julgamentos onde os fracos se rendem

Nenhum caos desperdiçado, cada falha definida
Eu miro o martelo, preciso, pelo meu design
O que viveu em mentiras encontra um único fim
Eu sou a medida, eu sou a correção

Você alimentou a fricção, agora veja a lâmina se alinhar
Sem misericórdia na matemática, o golpe é meu
A bigorna canta, o veredicto queima e amarra
O equilíbrio esculpido em fogo nas suas mentes

Ira, eu ataco, obedeça a lei que eu crio
Ira, você se ajoelha, aceita o destino que eu traço
Ira, eu queimo, suas ordens tortas se quebram
Ira, submeta-se, o mundo eu recalibro

Eu não sou fúria sem razão
Eu sou a correção em movimento

Ira, eu ataco, obedeça a lei que eu crio
Ira, você se ajoelha, aceita o destino que eu traço
Ira, eu queimo, suas ordens tortas se quebram
Ira, submeta-se, o mundo eu recalibro

Ataque! Ajoelhe-se! Submeta-se! Obedeça!

Onde meu fogo caminha
Até a estagnação treme

Composição: Alkira